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sexta-feira, 30 de outubro de 2009


Mademoiselle na Telona

Hoje, enfim, foi lançado nos cinemas brasileiros o filme fashionista mais esperado do ano: "Coco Antes de Chanel". Portanto Pimentinhas, podem já aproveitando o feriadão e levantando as suas doces e requintadas bundas da rede, sofá, cama ou poltrona e vamos todos correndo de salto alto bicolor e tailleur ornado com voltas e mais voltas de pérolas para pegar uma sessão dessa deliciosa película, que a digna mademoiselle merece e muito essa homenagem!

Ah! Não vamos esquecer de borrifar no nosso caliente cuerpo o tal do
N° 5!

Então, mas antes de nos jogarmos na fila da bilheteria e da pipoca, vamos saber um bocadinho mais dessa mulher revolucionária, que arrasou e ainda arrasa com o estilo da grande moda. Que essa, com certeza, nunca mais foi a mesma depois de Coco Chanel.




Gabrielle Bonheur Chanel, (Saumur, 19 de agosto de 1883 - Paris, 10 de janeiro de 1971), mais conhecida como Coco Chanel, foi uma importante estilista francesa e uma mulher à frente do seu tempo. As suas criações até hoje ditam e influenciam a moda mundial.

A família de Gabrielle era muito numerosa: tinha quatro irmãos (dois meninos e duas meninas). O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica. Depois da morte precoce da mãe, que faleceu de tuberculose, o pai de Chanel ficou com a responsabilidade de tomar conta das crianças. Devido à profissão de seu pai, Coco e as irmãs foram educadas num colégio interno, enquanto que os irmãos foram trabalhar numa quinta.

Em 1903, com vinte anos, Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do comércio e da dança (como bailarina) e também fez tentativas no teatro, onde raramente teve grandes papéis devido à sua estatura.

Com vinte e cinco anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passou a viver. Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco conheçeu o grande amor da sua vida: um milionário inglês Arthur Boyle. Boyle ajudou-a a abrir a sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel iria tornar-se num sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Com este relacionamento, Chanel aprendeu a frequentar o meio sofisticado da Cidade Luz.

Algum tempo depois, Boyle acabou a relação com Gabrielle para se casar com uma inglesa e meses mais tarde morreu num desastre de carro.

Com este desgosto, Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.

No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia, então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a fez desenhar roupas com bordados do folclore russo e, para isso, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.

Suas roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Além de confecções próprias, desenvolveu perfumes com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje.


Em 1921, criou o perfume que a iria converter numa grande celebridade por todo mundo, o nº5. O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Depois deste perfume, veio o nº17, mas este não teve o mesmo êxito que o nº5.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.

No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades financeiras. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.

Devido à morte do ex-presidente norte-americano John Kennedy e à admiração da ex-primeira-dama Jackie Kennedy por Chanel, ela começou a aparecer nas revistas de moda com a criação dos seus tailleurs (casacos, fato e sapatos). Depois voltou a residir na França.

Faleceu no Hotel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem.












Postado por: Alessandro Araújo, às 15:30h

7 comentários:

Alê Lima disse...

Alê amadooo, estou louca para ver este filme. É a melhor dica mesmo para um feriado viu?!
Amei o post.

Renata Nogueira disse...

Alê, tô arrasada pq aqui em BH não está em cartaz!!! Fala sério!!! Preciso muito assistir!! Bjs

Renata Nogueira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana disse...

Eu quero MUITO ver!!

Paris disse...

Se em BH não está em cartaz, em Vitória muito menos, mas quero estar na fila da primeira sessão qd chegar aqui!!

Alessandro disse...

Meninas, podem ficar tristes por mim também! Aqui em Recife também não entrou em cartaz! Renata tadinha, só pensei em vc escrevendo o post

Kaira disse...

Impossível não lembrar de você, Renatinha!!!
Ai, mas eu queria tanto ver tbm...mas prefiro ver em casa, quando sair, com atenção!
Bjs!!!

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