RSSTwitter

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


A cada 33 horas um homossexual é assassinado no país

Apesar de sempre ter dado pinta de ser meio durão, aprendi com o tempo, e com acontecimentos dolorosos da vida, a chorar. Então hoje consigo cair no choro assistindo filmes, consigo chorar de rir, chorar de saudades, chorar de tristeza, chorar de alegria, chorar por mágoa... mas nunca chorar por ser chamado disso ou daquilo, pois isso é algo que não me machuca faz tempo. Até porque aprendi, aqui mesmo no blog, que não vale a pena dar ouvidos a quem só deseja te maltratar gratuita e anonimamente, apenas por prazer de ser alguém  assim perverso. Esses pobres indivíduos a gente consegue tirar de letra apenas deletando seu comentário e pronto! Nosso mundo segue no curso normal, pois eles não mudam em nada nossa vida. Não nos fazem mais lindos ou mais feios, mais ricos ou mais pobres, mais inteligentes ou mais burros, mais chiques ou mais bregas. Então dá para abstrai-los num piscar de olhos, já que inexistem pelo simples fato de não conseguirem acrescentar nada de bom na vida de ninguém, nem mesmo nas próprias, né verdade?

Mas tem algo que me faz chorar do pior jeito possível! E é aquele choro preso, aquele que parece te fazer sangrar por dentro: o choro da injustiça! Injustiça essa que deixa impune uns verdadeiros filhos do demônio, que tem muita puta nesse planeta que não merece levar alcunha de ser mãe de  nojentos que matam outros por conta de sua sexualidade! E esse meu choro, infelizmente, nunca cessará enquanto continuar aparecendo notícias de pessoas morrendo por motivos torpes, enquanto ficamos de braços cruzados, achando que isso é normal. 


O texto abaixo, retirado do site EcoDebate, me foi mostrado pela amiga e pimentinha Camila Eiko e, mais uma vez, me deixa pasmo como ainda tem gente achando aqui no nosso país que a luta contra homofobia é "mimimi" de viado!





A cada 33 horas um homossexual é assassinado no país



Guilherme, de 20 anos, passou dois meses internado em um hospital tentando se recuperar dos golpes de faca que levou em julho de 2012. O seu crime foi chamar de “bebê”  o garçom do bar onde lanchava com os amigos, em Brasília. Guilherme não resistiu aos ferimentos e agora engrossa as estatísticas de assassinatos de homossexuais no país. Em 2011, levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) identificou 266 homossexuais assassinados no país. O estudo, que é feito anualmente pela organização desde 2004, aponta para um aumento do número de crimes contra a população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) no Brasil. Entre 2007 e 2011 o aumento foi de 122%. Além de Guilherme, uma das vítimas recentes da homofobia foi o jornalista goiano Lucas Fortuna.

Lucas foi morto neste mês em Cabo do Santo Agostinho (PE). Estava na cidade a trabalho e foi encontrado morto na praia, com sinais de espancamento e marcas de facadas. A causa da morte foi afogamento. Lucas era uma liderança do movimento LGBT em Goiânia (GO) e lutava pela aprovação do projeto de lei 122/2006, que prevê que a homofobia, assim como o racismo, seja considerada crime.


Geografia da intolerância


Entre os estados, a Bahia lidera o ranking em número absolutos de mortes de homossexuais em 2011: 28 homicídios. Em seguida aparecem Pernambuco (25) e São Paulo (24). O estudo do antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, destaca que proporcionalmente ao tamanho da população, o Nordeste é a região mais homofóbica do país, já que abriga 30% dos brasileiros e registrou 46% dos assassinados LGBTs.


Os assassinatos são, em geral, marcados pela violência extrema. Além da arma de fogo, muitas vítimas foram mortas por armas brancas – faca, foice, machado – espancamento e enforcamento. Há ainda casos de degolamento, tortura e carbonização. Para o GGB, essas características indicam que se tratam não de ocorrências banais, mas de crimes de ódio contra ese grupo.


O relatório é feito com base em notícias que circulam na internet ou publicados em jornais. Não cobre, portanto, a totalidade dos casos, que certamente superam os números levantados pelo GGB. Apesar dos apelos da entidade, não há nenhum levantamento oficial, feito pelo governo, identificando o problema.



Conheça a história de outras vítimas da homofobia no Brasil


Lucas Fortuna, assassinado em Pernambuco (Reprodução)

Lucas Fortuna, 28 anos, Cabo de Santo Agostinho (PE)
 
Jornalista, Lucas viajou para Pernambuco para trabalhar como árbitro de um campeonato de vôlei. Militante da causa LGBT, ele foi encontrado morto na praia, com sinais de facadas e espancamento. Por ter sido encontrado apenas de cueca, a família acredita em crime de homofobia. Lucas era presidente do PT em uma cidade goiana e fundou o Grupo Colcha de Retalhos na Universidade Federal de Goiás (UFG). Ajudou a organizar várias paradas do orgulho LGBT no estado e sempre lutou pela aprovação do projeto de lei que tramita no Congresso Nacional e pretende tornar a homofobia crime.


Igor Xavier, assassinado em Montes Claros (MG) (Reprodução)

Igor Xavier, 29 anos, Montes Claros (MG)
 
O bailarino e coreógrafo Igor Xavier foi assassinado em maio de 2002 na cidade mineira de Montes Claros, onde morava. Foi morto com cinco tiros por dois homens – pai e filho. Os dois entraram em contato com Igor oferecendo apoio para um espetáculo que o bailarino estava montando na cidade. Dessa forma o levaram ao apartamento da família, onde o mataram. Igor era uma figura muito popular na cidade.  “Nunca me calei, nunca aceitei. Porque quem cala consente. Junto com a classe artística sempre me movimentei para pedir justiça”, conta a mãe de Igor, Marlene Xavier. “A impunidade gera violência”.

Alexandre Ivo, 14 anos, foi assassinado em São Gonçalo (RJ) (Reprodução)

Alexandre Ivo, 14 anos, São Gonçalo (RJ)
 
Aos 14 anos, o estudante Alexandre Ivo foi torturado e assassinado por um grupo de skinheads ao sair de uma festa. O crime ocorreu em São Gonçalo, em junho de 2010. A mãe de Alexandre, Angélica, conta que o filho ainda não tinha escolhido sua opção sexual. “Ele era jovem, bonito, inteligente, e isso incomoda as pessoas”, contou Angélica durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. “Eu não sabia o que era crime de ódio, não conhecia essa palavra. Para mim, crime era faca ou bala, não sabia que alguém tirava a vida de um ser humano por esse motivo com esse requinte”, disse.


Guilherme Arthur, 20 anos, assassinado em Brasília (DF) (Reprodução)

Guilherme Arthur, 20 anos, Brasília (DF)
 
O comerciante Guilherme Arthur é outra vítima recente da homofobia. Enquanto lanchava em um bar com amigos no bairro do Cruzeiro, em Brasília, ele chamou o garçom de “bebê”. O agressor não gostou da forma como foi tratado e, pensando ser uma cantada, esfaqueou Guilherme. O jovem passou mais de dois meses internado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu em outubro deste ano. A amiga Juliana Vaz, que ajudou a família a cuidar de Guilherme durante a internação, conta que ele era cheio de planos para o futuro. Passou no vestibular e começaria em poucas semanas antes do ocorrido o curso em gestão de eventos. “Ele era uma pessoa sociável, amava a vida com todas as forças, não tinha problema com ninguém”, diz. O assassino de Guilherme já está preso.





Matéria de Amanda Cieglinski, do Portal EBC, publicada pelo EcoDebate, 29/11/2012


29 comentários:

Anônimo disse...

não tenho nem oq falar sobre isso tudo, falta palavras. dá muita tristeza e medo de viver nesse mundo, qdo vemos coisas assim...

Dan

Alessandro disse...

nem fala Dan! esses meninos sendo mortos por nada! e esse último só porque chamou o garçom de bebê? onde vamos parar, meu Deus?

Cris Bonnie disse...

Até quando as pessoas vão querer se intrometer na vida dos outros e escolher por elas como a vida deve ser vivida? Como é possível alguém pensar que tem esse direito? Acho que a gente devia aproveitar a companhia das pessoas e o que elas tem de bom pra nos oferecer, acima de qualquer coisa e independente de TODOS os preconceitos. Lembrei de uma frase que o Clodovil falava, que "não me importa e não quero saber o que cada um faz deitado." E, francamente, é assim que devia ser.

Anônimo disse...

dá medo ter filhos nesse mundo minha gente, é tanta violencia, tanto absurdo, que fico indignada!!! olha o rosto desses meninos, cheios de vida, sério, nao dá pra imaginar uma coisa dessa!! me revolta, entristece, tudo de uma vez!
pois é Ale, chamou o garçom de bebê, e morreu...daqui a pouco ninguem mais pode abrir a boca, chamar ninguem de nada, pq parece que tudo gera violencia, nem dá pra acreditar!

muito triste!

Mas ainda temos que ter fé que existe gente boa, cosias boas nesse mundo, senão, a gente desanima de vez!

um abraço meu querido!

Dan

Anônimo disse...

Minha cidade foi a primeira do país a criar a Lei Rosa. As pessoas aqui respeitam mais do que em muitas outras cidades e o executivo também tem tratado essa questão.

Nelma Kubrusly disse...

Não saiu meu nome...

Alessandro disse...

Nelma, quisera que essa lei rosa imperasse em todo o páis.

Audri Aline disse...

Que triste. Quanto absurdo, quanta crueldade, maldade, ignorância....Fico revoltada!

zu disse...

Sem palavras........

anita disse...

O pior de tudo é pensar que pessoas assim estão em toda parte. O que custa entender que a diferença a gente respeita, e não destrói? Fui ensinada pelos meus pais e respeitar tudo e todos e que a diferença é uma benção...e repasso esse ensinamento as minhas filhas.
Me choco com notícias como essas... ótimo post, como sempre, Ale.

Um beijo!
Anita

Anônimo disse...

Todas as historias sao revoltantes, os numeros entao nem se fala, mas fiquei muito chocada com a historia do Guilherme...Meu Deus! Fico pensando Ale, sou pernambucana e minha familia e muito quadrada, sempre brigo com eles quando falam de homosexuais. Acho triste! E logo eles que tambem sofrem tanto preconceito morando em SP. Dois pesos e duas medidas.

Anônimo disse...

http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1975

lea disse...

mt triste e constatar que perdeu-se o valor pela vida humana, mata-se por nada ou por qqer bobagem.

Carol disse...

Essa estatística é uma vergonha!Desde quando se tem diferenças em formas de amar!?Amor é tudo igual...não se pode ter medo ou vergonha!
Esses animais que atacam homossexuais não tem a menor ideia do que é amor!
Homossexuais são diferentes sim, são diferentes por serem fortes, não terem medo de assumirem seus desejos sem se preocuparem com essa sociedade ridícula!
Não entendo essa violência, juro!

Dani Catisti disse...

Eu acho que acima de aceitar ou não os homossexuas, existe o respeito pela vida, você não precisa concordar, se não quer aceitar, não aceite, mas respeite a vida. Isso é o minimo que o ser humano deveria fazer.

Anônimo disse...

Os mesmos monstros que surgiram na época do genocídio contra judeus, que tratavam negros e índios como escravos, continuam sendo os mesmos monstros que acham que mulher que veste roupa curta merecem ser estupradas e homosexuais merecem ser espancados... às vezes me pergunto se o ser humano evolui?? Mas vejo algumas pessoas e tenho a plena certeza que sim, alguns evoluem, outros continuam sendo macacos!! Acho até pecado atribuir o nome desses animais tão evoluidos sentimentalmente com essas escórias que rondam os jornais todos os dias...
Mas a culpa de tudo isso é a criação e a capacidade mental de cada um, pois o que vemos de preconceituosos travestidos de senhores e senhoras mimimi, não tá escrito gente! O que mais ouço falar é: Ah! eu respeito que tem opção sexual diferente,mas não vem pro meu lado... ou ... mas, tem uns que precisavam apanhar até virar macho! ou ... aceito, mas acho que Deus vai mandá-los pro inferno, pq não é certo e blábláblá...
RESPEITA O CARALHO!!!
Esses são o útero gestante dessa corja de bestas, que acham que perseguir, bater, matar quem tem uma posição contrária!
E o que realmente me incomoda é: Ai, mas agora td é homofobia, esse povo tá exagerando... mimimi whiskas sachê...
Têm que haver imposição sim! Foi assim que judeus, negros, índios e mulheres conseguiram frear (não totalmente), essa discriminição e barbárie com eles cometidas, e por que não os homosexuais??
Acho que sociedade cretina merece ser reprimida, para que os frutos dessa, não nos arrebatem com uma barbárie e por dizimar em massa uma determinada população (novamente!).
Bjs Rê

Anônimo disse...

Vejo matérias assim e meu coração chora... tenho um sobrinho que é homossexual, quando descobri (mesmo tendo o canal aberto de conversação com ele) pelo Orkut... não julguei, não condenei, apenas me senti na obrigação de alerta-lo, já que seus 14 anos o impediam de ver as coisas de uma forma menos passional, pedi que ele fosse discreto, difícil explicar a um adolescente que ele não pode se expor, que o mundo é cruel e as pessoas vão discrimina-lo... falei com todo amor possível e no final ele se afastou de mim por julgar que estou querendo ditar a forma que ele deve viver. Não posso ser sua infantaria, do contrário iria protege-lo do mais discreto olhar de desdem , não posso ficar 24 horas com ele... tenho que respeitar sua decisão de não me querer em sua vida e esperar que um dia ele entenda que o amo muito e só quero vê-lo feliz, independentemente de quem seja.

Anônimo disse...

Realmente é revoltante pensar q existem pessoas capazes de fazer esse tipo de monstruosidade!!
O caso q mais me chocou foi o do bailarino, não só pq foi armada uma emboscada, mas, principalmente, pq o assassinato foi cometido por pai e filho, fico pensando o q esse pai deve ter ensinado para o filho, q tipo de educação foi dada. Pra q tanto ódio? Tanta falta de respeito? Esse tipo de noticia me faz perder a esperança na humanidade..

Anônimo disse...

concordo com a Rê!
cada vez que escuto um: aii, nao se revolte com isso, nao exagera, isso é mimimi, bla bla, dá vonta de sumir! tem que se revoltar sim!!! como não se revoltar com isso???? isso que me pergunto, como tem gente que NAO se revolta?

homofobia, misogenia, racismo...até quando?

eu me revolto sim!!!!!!
Dan

Anônimo disse...

Ale parabens!
Eu AMO quando vcs postam esse tipo de matéria no blog. E quão rica não foi essa matéria...
Sabe, eu casei esse ano, tive 5 padrinhos e 4 eram homosexuais. Dentro da realidade do meu dia a dia o que a materia transcreve parece irreal! E realmente não é real alguem ser punido com a vida em virtude da sua opção sexual.
Na verdade é real, e está em baixo do meu nariz, mas definitivamente não deveria ser. Isso, na minha opinião é fruto de uma ignorancia tão profunda, que fico num misto de muita raiva e pena dos limitados covardes que agem dessa maneira.
Mas estou de acordo com a D. Marlene Xavier, "a impunidade gera violencia" e, com esse pensamento, a punição aplicada deve, sem duvida, ser severa.
Amei, parabens!

Aline

Anônimo disse...

Meu Deus, quanta tristeza ao ler esse post!!!
Não tenho palavras para descrever tamanha monstruosidade!!!!!
Camila - Porto Alegre - RS

Anônimo disse...

Não existe solução que não passe pela educação e pela instrução das futuras gerações, é uma pena que muito pouca coisa foi feito para avançarmos nesse sentido e o futuro a médio-curto prazo parece muito desanimador ainda. :((

Anônimo disse...

Sabe o que eu fico revoltada no assassinato de Ygor Xavier? A impunidade. Os assassinos são de uma família mto tradicional e mto rica de MOntes Claros. Eles estão conseguindo provar q quem tem dinheiro sempre ficara impune.

PAULA disse...

Nem todo mundo tem a força e a coragem para assumir-se homossexual. É preciso ser muito "macho". Tem muito "hetero", homossexual escondidinho, que comete estes crimes pq se envolveram com homossexuais e tem medo que os mesmos tragam o caso à tona, queimando a ficha de machão convicto.

Anônimo disse...

Ale: fiquei muito triste com a matéria. Nem gosto de imaginar a dor com que estes garotos morreram. Não me interessa nada a respeito de suas vidas e sua sexualidade. Eles são seres humanos. Esse crimes de ódio tem que acabar, de uma vez por todas, mas ódio contra o ser humano, entende? No Brasil morre uma pessoa a cada 9 minutos: negros, brancos, homos, heteros, casados , solteiros, homens, mulheres e crianças. Isso é terrível, são número de guerra. O Brasil tem que reagir e tomar uma atitudes, porque todos nós vivemos neste país e merecemos segurança.

Alessandro disse...

infelizmente hoje em nosso país mata-se por qualquer motivo e as autoridades não conseguem penas mais duras para esse povo. nesses casos é que acho que a perpétua e a pena de morte, certamente, daria jeito nesses filhos da mãe que saem matando as pessoas por diversão

Comer, Blogar , Amar... disse...

que triste
que vergonha ....

todo mundo tem o direito de viver...
tirar a vida de alguém é de uma maldade tao grande....
triste..=(

Jama Libya disse...

A GLOBO ditadura Vandalista da comunicação, leviana ardilosa e racista inimiga do povo brasileiro. No Brasil os judeus monopolizam a TV discriminam e humilham as mulheres negras?A MeGaLOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem(Uma negra boçal degradada pedinte com imagem horrenda destorcida é a Adelaide http://globotv.zorra-total/v/adelaide-e-briti-pedem-dinheiro-no-metro/, do Programa Zorra Total, TV Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá da Central Globo de Produção) da Rede Globo é dominado por judeus diretores,produtores e apresentadores como Arnaldo Jabor,Carlos Sanderberg,Luciano Huck, Jairo Bouer,Luis Erlanger,Marcos Losekann,Marcius Melhem e Leandro Hassum,Vladimir Brichta,Tiago Leifert, Pedro Bial,William Waack,William Bonner & Fatima Bernardes,Ernesto Paglial & Sandra Annenberg,Mônica Waldvogel,Renata Malkes,Sandra Passarinho,Amora Mautner, Lillian W. Fibe,Esther Jablonski,Glenda Kozlowski,Gilberto Braga,Wolf Maya,Mário Cohen,Ricardo Waddington,Max Gerinder ,Maurício Kubrusly,Mauro Molchansky,Maurício Sirotsky ,Marcelo Rosenbaum,Michel Bercovitch,Fábio Steinberg,Guilherme Weber,Caio Blinder,Daniel Filho,Gilberto Braga,Walcyr Carrasco,Carlos H. Schroder e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que irônico tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afrodescendentes brasileiros)E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu sionista racista Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi dono da criação de programas e dos programas infantis apresentados por Xuxa(Luciano Szafir)e Angélica(Luciano Hulk) ambas tendo seus filhos com judeus,apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus sionistas,este BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO

Jama Libya disse...

2 Parte, BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO da Globo, que nem ADOLF HITLER fez aos judeus mas os judeu sionistas da TV GLOBO faz para a população negra afrodescendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor racista criminoso, que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc. o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL fascista sionista (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes(Manifesto Contra as contra raciais) defendida pela radical advogada Procuradora judia Roberta Kaufmann do DEM e PSDB e o Senador Demóstenes Torres que foi cassado por corrupção)TV Globo esta mesma que fez anuncio constante do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10,milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de 3 bilhões dólares dinheiro publico do Brasil ) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, show do “Criança Esperança”de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o Genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem.(A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança um estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremamente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentiva preconceitos raciais que humilha e choca o povo brasileiro.Organização Negra Nacional Quilombo ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil - quilombonnq@bol.com.br

Postar um comentário

Apimente bem gostoso com o seu comentário, gostando ou não do que foi publicado, mas tente ao menos ser coerente e educado na opinião dada, visse? Eu não sou obrigado a escutar desaforos no meu espaço e te devolvo o baile com gosto de gás! rsrsrsrsrs

toptherm
Top Therm
Top Therm
Top Therm
Top Therm