RSSTwitter

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Fobia de Pobre

Quem não se lembra da delícia que era esperar o domingos à noite para ver o personagem Caco Antibes do extinto programa Sai de baixo gritar aos quatro cantos que tinha “horror a pobre”?! Era uma sátira, e eu particularmente ria horrores, afinal, quem nunca tinha se encaixado em algum (ou vários) dos exemplos citados pelo falido aristocrata? Ficção, mas a verdade é que uma minoria que está no topo da pirâmide financeira sente mesmo a necessidade de ser diferente, especial, usufruir de produtos exclusivos, ir a lugares onde quase ninguém pode, quase um deus, acima dos relés mortais.

Nunca me esqueço de uma matéria que vi na tv há um tempo atrás que ilustra bem isso. Eles foram a uma vinícola que fabricava vinhos exclusivíssimos que custavam cerca de 15 mil dólares a garrafa, somente vendido a seletos compradores, previamente selecionados. Quando o repórter questionou o enólogo responsável sobre qual a diferença de um vinho de 900 dólares  da mesma vinícula para essas verdadeiras joias em forma de líquido, a resposta foi simples e objetiva: “nenhuma, os dois são vinhos de qualidade, a diferença é que temos clientes muito especiais que exigem um vinho diferenciado mas que só eles podem beber.” 

Aí lembrei também do assunto "bem nascidas", da "orkutização" das bolsas Louis Vuitton, de quando uma blogueira falou que ia aposentar sua Chanel pois uma ex-dançarina do Faustão usou uma, de quando um grupo reclamou que "agora todo mundo tem Instagram, não quero mais. Maldita inclusão digital!" (antes só quem tinha o caro iPhone tinha). A verdade é que o que se quer é ser invejado...

Por que estou falando nisso? É que na semana passada li um artigo escrito por uma famosa colunista, em um renomado jornal, que materializa isso de uma forma nada sutil, e sinceramente, não sei o que me choca mais: o pensamento dessa senhoura ou o fato do maior jornal de circulação nacional publicar essa nojeira. Sim, porque não é a primeira vez que a “elegante” Danuza Leão escreve essas asneiras que tratam a pobreza como uma doença contagiosa (lembram desse texto aqui?), mas especialmente nesse texto ela mostra o quão pobre uma pessoa pode ser. Tão pobre que não lhe resta nada além de dinheiro…

 



 
Ser especial
 

Afinal, qual a graça de ter muito dinheiro? Quanto mais coisas se tem, mais se quer ter e os desejos e anseios vão mudando --e aumentando-- a cada dia, só que a coisa não é assim tão simples. Bom mesmo é possuir coisas exclusivas, a que só nós temos acesso; se todo mundo fosse rico, a vida seria um tédio.

Um homem que começa do nada, por exemplo: no início de sua vida, ter um apartamento era uma ambição quase impossível de alcançar; mas, agora, cheio de sucesso, se você falar que está pensando em comprar um com menos de 800 metros quadrados, piscina, sauna e churrasqueira, ele vai olhar para você com o maior desprezo --isso se olhar.

Vai longe o tempo do primeiro fusquinha comprado com o maior sacrifício; agora, se não for um importado, com televisão, bar e computador, não interessa --e só tem graça se for o único a ter o brinquedinho. Somos todos verdadeiras crianças, e só queremos ser únicos, especiais e raros; simples, não?

Queremos todas as brincadeirinhas eletrônicas, que acabaram de ser lançadas, mas qual a graça, se até o vizinho tiver as mesmas? O problema é: como se diferenciar do resto da humanidade, se todos têm acesso a absolutamente tudo, pagando módicas prestações mensais?

As viagens, por exemplo: já se foi o tempo em que ir a Paris era só para alguns; hoje, ninguém quer ouvir o relato da subida do Nilo, do passeio de balão pelo deserto ou ver as fotos da viagem --e se for o vídeo, pior ainda-- de quem foi às muralhas da China. Ir a Nova York ver os musicais da Broadway já teve sua graça, mas, por R$ 50 mensais, o porteiro do prédio também pode ir, então qual a graça? Enfrentar 12 horas de avião para chegar a Paris, entrar nas perfumarias que dão 40% de desconto, com vendedoras falando português e onde você só encontra brasileiros --não é melhor ficar por aqui mesmo?

Viajar ficou banal e a pergunta é: o que se pode fazer de diferente, original, para deslumbrar os amigos e mostrar que se é um ser raro, com imaginação e criatividade, diferente do resto da humanidade?

Até outro dia causava um certo frisson ter um jatinho para viagens mais longas e um helicóptero para chegar a Petrópolis ou Angra sem passar pelo desconforto dos congestionamentos.

Mas hoje esses pequenos objetos de desejo ficaram tão banais que só podem deslumbrar uma menina modesta que ainda não passou dos 18. A não ser, talvez, que o interior do jatinho seja feito de couro de cobra --talvez.

É claro que ficar rico deve ser muito bom, mas algumas coisas os ricos perdem quando chegam lá. Maracanã nunca mais, Carnaval também não, e ver os fogos do dia 31 na praia de Copacabana, nem pensar. Se todos têm acesso a esses prazeres, eles passam a não ter mais graça.

Seguindo esse raciocínio, subir o Champs Elysées numa linda tarde de primavera, junto a milhares de turistas tendo as mesmas visões de beleza, é de uma banalidade insuportável. Não importa estar no lugar mais bonito do mundo; o que interessa é saber que só poucos, como você, podem desfrutar do mesmo encantamento.

Quando se chega a esse ponto, a vida fica difícil. Ir para o Caribe não dá, porque as praias estão infestadas de turistas --assim como Nova York, Londres e Paris; e como no Nordeste só tem alemães e japoneses, chega-se à conclusão de que o mundo está ficando pequeno.

Para os muito exigentes, passa a existir uma única solução: trancar-se em casa com um livro, uma enorme caixa de chocolates --sem medo de engordar--, o ar-condicionado ligado, a televisão desligada, e sozinha.

E quer saber? Se o livro for mesmo bom, não tem nada melhor na vida.

Quase nada, digamos.

Danuza Leão

 

Fotos: Reprodução


É piada, né Coringa?

80 comentários:

Anônimo disse...

Adorei o texto, achei irônico e sarcástico.

Anônimo disse...

Olha, não estou acostumada as ler os textos dela, mas pra mim pareceu que ela foi irônica. A mensagem que passa é que essas pessoas ricas, elitizadas são na verdades grandes crianças mimadas.

Laila M.

Anônimo disse...

Acho que foi ironia tb, e se não for apenas uma coisa a dizer :NOJO

Pri disse...

Eu também acho que ela não estava fazendo pouco dos pobres mas sim sendo irônica em relação aos ricos que querem ser tão exclusivos, se diferenciar tanto das outras pessoas que cai no ridículo, já que um tenta sobressair o outro. Todos sempre procurando em serem os mais "especiais" através do poder aquisitivo comprando algo que deixei os outros com inveja acho que infelizmente um mal que não se cabe só a ricos. Afinal porque blogs e blogueiras de moda fazem sucesso? Principalmente quando se tem marcas caras como Chanel, Hermes. Viramos os nossos próprios produtos, a nossa própria empresa de marketing em uma cultura de "look at me" , afinal olhem quanto eu posso comprar, olha para os lugares que eu posso ir, olhas como minha vida é divertida com as festas que eu vou...

Tamyris disse...

Também senti ironia.. Ou então ela é uma puta duma babaca!

Anônimo disse...

Eu já tinha lido na semana passada e achei ótimo. Ela coloa a coisa de forma irônica, sarcástica.

Rê disse...

Também acho que é ironia!

Anônimo disse...

Não tem absolutamente nada a ver com fobia de pobre, com Caco Antibes, a colocação é outra.

Cris Bonnie disse...

Vocês estão bem ingênuos, gente.

Se fosse apenas ironia ela teria terminado o texto de uma outra forma. Mas ao final ela realmente confirma que pra ela, melhor do que viver nesse "novo" mundo, diferente do antigo em que ela vivia, onde tudo era bem exclusivo e inacessível à grande maioria, melhor é se trancar em casa com seu livro e chocolatinhos. Parece na verdade uma criancinha bem mimada, que diz pra mamãe: "Se não só eu que tenho, tb não quero mais, mãe!"

E se vcs leêm o outro texto q tá no link da Kaíra aí sim vão perceber a personalidade dela por traz desses textos. Até porque, se vc faz algo uma vez, pra mim, tem o benefício da dúvida, já na segunda...

Shame on you, Danuza. Fez feio dessa vez.

Kaira disse...

Vocês leram esse texto anterior dela que mencionei no post? http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danuzaleao/1147013-certa-pobreza.shtml
Não sou de achar pelo em ovo, adoro um humor ácido e politicamente incorreto, mas acho que ela ironiza sim algumas coisas pra explicar que é normal se sentir entediado quando a maioria tem o que vc também tem.
Acho que a prova de que ela realmente acredita que não tem mais graça em viajar quando todo mundo também viaja é a parte que ela fala que para os muito exigentes o melhor é se trancar do mundo e ler um livro, e se coloca nessa posição.
bjs!!!

Luciana disse...

Eu entendi diferente de vc Kaira, achei que ela estava sendo irônica.

Kaira disse...

Acabamos de escrever a mesma coisa e ao mesmo tempo, Cris!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Não é? Quando ela finaliza o texto ela está se colocando no lugar! E realmente, o outro texto não deixa dúvidas... ;)
Bjs!!!

Anônimo disse...

Melhor que ela fique em casa mesmo, assim evita que nós, pobres (mas com caráter e educados), não esbarre com gente desse nível, que não tem nada a acrescentar aos outros muito menos ao mundo.

vanusa mendes disse...

Nunca comento, apesar de amar o blog. Tenho 40 anos sou advogada na cidade de Indaiatuba SP.
Ingênuos aqueles que viram no texto alguma ironia...Na verdade ele retrata como pensa e quais são os valores de uma pequena e privilegiada parcela da população: pobre existe e é feio e sujo.
Triste. Essa mesma senhora deformada por tantas plásticas já reclamou que não se conforma que hoje TODOS (?0 podem ir a Paris!!!!

Anônimo disse...

Ok, mas é o q muito gente pensa e o pior muitas dessas pessoas nem grana tem e pensam dessa forma!

Alessandro disse...

quem viu ironia no texto da Danuza e acompanha sua carreira, sabe que o que ela está falando é o que ela sempre pensou mesmo, não tem nada de brincadeirinha. ela sempre foi uma snobe que acha que os prazeres da vida deveriam ser restritos aos ricos. por isso mesmo hoje em dia ela não faz quase mais nada do que fazia antes pelo simples fato de que agora todo mundo pode fazer o mesmo, como ela deixa mais do que óbvio no texto. essa realmente é a opinião dela.

Cris Bonnie disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cris Bonnie disse...

I, é mesmo Kaíra. rsrs E, é verdade, se o pessoal ler o outro texto, não terão dúvidas.
Poxa, eu ia até comprar aquele livro dela, Quase tudo. Perdeu uma leitora. Não que ela vá se importar muito, já q eu não tenho dinheiro, não devo valer mta coisa pra ela. Rs

Exatamente Vanuza, não há ironia no texto, é completamente pálpavel a opinião dela, fácil perceber que ela pensa exatamente isso que vc argumentou. Concordo.

Bjs Kaíra!

Flavia Julião disse...

Kaira, discordo de você quanto a interpretação do texto ! Considero sim um texto irônico, com um ponta de realismo. Mesmo no link da outra crônica dela, falemos de forma sincera; ela escreveu alguma grande mentira ? ( não a defendo pois como já comentei, a Danuza é o que sobrou - tristemente- de uma época que as madames não sabiam o caminho das cozinhas de suas casas, paravam na copa !)O retrato da pobreza das grandes capitais brasileiras é esse infelizmente. Percebo por São Paulo, trabalho no centro antigo ( próximo a Praça da Sé e locais de comércio popular). É esse retrato que vejo diariamente. Minha mãe ( negra, vinda de uma família também negra, pobre mas que soube educá-la e colocar o estudo dos filhos como meta e isso resultou na melhora de padrão de vida)fala que a cidade ( centro antigo e novo de São Paulo) antigamente, era um lugar chique ( a descrição da Danuza sobre o Rio), as pessoas se arrumavam, podiam ser pobres, simples, mas tinham " sua roupa de domingo" para passear, ver e ser visto. E hoje, essa região, até por abandono público também, virou uma grande feira a céu aberto.E sim, eu me incomodo em ouvir o som alto que vem da banca de cds, do vendedor que grita ao seu lado o valor do chip de celular, do cara que atravanca a passagem da calçada com seu " comércio" e saí correndo por cima de você quando o " rapa" chega para fiscalizar. Repito, considero a Danuza o pior exemplo do que restou da "era de ouro" do High Society carioca e nacional, das décadas de 60, 70 e 80, mas tenho que concordar com alguns argumentos dela relacionados nos dois textos.

Iulanda disse...

bem, posso estar redondamente enganada mas, parece-me pura ironia e acidez... no texto do link tá mais para uma visão de uma pessoa acostumada a proteção de uma vida rica encarando um suburbio que para ela em nada lembrou o que passara na infância (a vida simples de antes é diferente da de agora e ela tem razão)... ja a conhecia de uma outra matéria: http://anamariabraga.globo.com/home/canais/canais-casa.php?id_not=4520
e os livros dela tbm denotam uma outra imagem. vou ler os demais textos de sua coluna.

Anônimo disse...

Acho que viram pelo em ovo, chifre em cavalo, whatever, nos 2 textos!

Marcita disse...

Fiquei pasma com o que li ...achei que fosse brincadeira , ironia ..mas depois de ler tudo vi que é a opinião real dela sobre a inclusão ....esa escritora é ridicula , por que somos pobres nao podemos disfrutar o que a vida tem de bom ...como passeios ainda que parcelados??? como se nosso dinheiro ganho com suor e honestidade fosse vergonhoso a tal ponto quenao deveriamos nem ousar comprar as coisas ...tomei nojo e ual , quanta gente alienada por aqui hein ?? nao perceberam a veracidade doo texto dela ??? Otimo post Kaira , é por isso que amo o Pimenta !!

Kaira disse...

Oi Flavia, também não discordo de tudo não, acho que ela retrata exatamente tudo que acontece, nos dois textos. O que eu não acho certo é esse povo achando o cúmulo a pessoa nascer pobre e querer crescer, viajar, como se esse privilégio fosse exclusivo dos bem nascidos...
É mais ou menos assim: "não quero frequentar o mesmo lugar que essa gentalha!"
Bjs!!!

Anônimo disse...

Achei o texto uma ironia ao estilo de vida dos ricos que se perdem sem saber viver as pequenas delícias da vida.

Mesmo que ela tenha vivido tudo isso, eu vi uma entrevista dela no ano passado em que ela falava do seu novo estilo de viver, bem mais simples do que antes, e que só assim ela descobriu a verdadeira felicidade.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/v2011/MaisVoce/0,,MUL1678693-10345,00.html

Abraços Kaira

Nayara

Caroline® disse...

Deu pra perceber, pelos 2 textos, a visão de uma pessoa altamente burguesa, da elite da elite. E deu pra ver, no primeiro, o estranhamento para com a pobreza, até então desconhecida pra ela. Sejamos realistas: quem nasceu em berço de ouro, nunca saiu do seu microuniverso, não faz ideia do que é a vida de um pobre nesse país. Digo isso com um exemplo bem banal, de uma amiga minha que nem é muito rica, mas é patricinha, de uma família de nome e mora em bairro nobre. Pois bem, essa moça foi trabalhar na eleição, em um bairro paupérrimo de periferia, e se chocou e ultrajou de uma maneira incomum. Mas esse choque e ultraje podem ter duas consequências: entender que o mundo não é cor de rosa, ou sofrer por ver que pobre também tem direitos, sonhos e vontades. Parece que a senhoura do texto escolheu a segunda opção
PS: Se foi ironia, tá muito mal escrita. Aliás, eu sou contra ironia escrita, porque sempre faltarão elementos do estilo, como entonação e expressão facial.

Flavia Julião disse...

@Caroline,

A graça da ironia escrita está na interpretação da mesma, na busca de pequenos detalhes para a sua compreensão geral. Escancarada, ela se torna escárnio.

Flavia Julião disse...

desculpe... via uma coisa e escrevi outra ...Caroline® ...

Carol disse...

Não consegui identificar bem a opinião de Danuza no texto, a maior parte ela parece concordar com o que você disse Kaira.

Anônimo disse...

sim, tem gente aqui perdendo tempo para defender danusa...mas que causa nobre hein amigues?

no dia que essa mulher saber oq é ser inteligente, e entender de ironia, sou buda!

pq pra ser inteligente, nao basta ser culta e ter viajado as zuropa inteira, tem que ter sabedoria...e aposto meus rins que esses "pobres" a quem ela se refere, já passaram por tantas experiencias na vida além de compras, que tem muito mais sabedoria de vida do que ela, logo, são muito mais inteligentes.

mas classe média sofre adoora achar que hj em dia, td mundo que é blase e rude, é sinonimo de ironico, sarcastico e inteligente.
só que nem é viu! coisa mais nota de dois reais que existe hj em dia, sao textos como este. pobres de espirito, blase, travestidos de alguma inteligencia, de algum senso de ironia, pra confundir a cabeça da galera mesmo.

acho ela uma inútil. dessas mulheres que passam o dia lendo a vogue, fazendo dieta pra manter-se com 40 kilos, falando com as amigues sobre dietas, champagne, idas à Paris e muóda, ZZZZzzzZZZZZ
prefiro ser uma pobre mesmo e ver além dessas cascas que diferenciam pessoas por classes. e dar umas boas gargalhadas tomando cerveja. essa daí tem cara de quem acha que dar uma boa gargalhada alta nao é fino, é coisa de pobre. que mulher phyna são aquelas que falam baixo, nao dao risada, comem uma unica garfada, pesam 40 kilos, e se vestem todas fechadinhas, seres assexuados, mulheres de cera, já quase sem vida.

tenho preguiça eterna de gente assim, e de gente que glamouriza isso.

me dá tanta canseira essas cosias que a mulherada chama de phyno hj em dia, que eu digo: fina é o cara**, prefiro ser bagaceira do que ser assim.

Anônimo disse...

Ops, ass Dan

Anônimo disse...

só digo uma coisa: não adianta ter todo o dinheiro do planete e ter essa cara uó! sem contar no cabelo... aff que dragão mal comido! kkkkkkk

Anônimo disse...

Talvez ela não seja tão rica para desfrutar de coisas exclusivas! hauhauhaua

Anônimo disse...

Sempre li as colunas dela, pois assino a folha há anos. Tem textos bons, e outros imbecis. Não sei, a mulher tá na Folha de SP, tem algum mérito, o livro dela é muito legal. Mas que tempestade por um ser que tanta gente despreza.

Val- Coisas da Val disse...

Bom, inicialmente, achei q o texto fosse uma ironia mesmo. Uma crítica a essa exclusividade toda. Mas a conclusão dela deu margem a outra interpretação. Vou ler o outro texto, pra formar uma opinião mais consistente.

Anônimo disse...

paris deve pensar a mesma coisa dela.

Anônimo disse...

Para quem achava que era ironia:

Colunista da Folha, Danuza Leão pede desculpas a porteiros que podem ir a Nova York
http://portal.comunique-se.com.br/index.php/editorias/17-destaque-home/70314-colunista-da-folha-danuza-leao-pede-desculpas-a-porteiros-que-podem-ir-a-nova-york.html

Na verdade ela não pediu desculpa porcaria nenhuma, só incluiu outras categorias no preconceito dela:

"Ao citar diretamente os porteiros, a colunista disse que poderia ter usado quaisquer outras profissões para exemplificar sua aversão a lugares com multidões, almoços em restaurantes que estão na moda e realizar viagens internacionais – a NY e Paris, por exemplo – para cidades em que outras pessoas também querem ir. “Falei sobre o porteiro como poderia ter falado sobre qualquer pessoa que faz parte dessa multidão que passa a vida indo atrás do que ouviu dizer que está ‘in’, o que para mim é apenas impossível. Lamento, foi um exemplo infeliz”, desculpou-se."

Anônimo disse...

Kaira e Alessandro queridos vou discordar desta vez com vocês. Realmente a Danuza está sendo irônica! E não vejo preconceito algum em nenhum dos textos. No texto anterior ela faz um retrato triste de uma realidade atual que gostaria que fosse diferente e saudosista do centro do Rio de Janeiro.Ela não tem preconceito com as pessoas pobres e sim uma tristeza em relação a pobreza, falta de educação e sem oportunidade que efetivamente EXISTE em nosso país. O segundo texto é uma baita irônia sobre o que ela deve ouvir de "muitos da alta sociedade" com aquele papo rejeição de classe média emergente.Repare quando ela diz: " não importa estar no lugar mais lindo do mundo o que interessa é saber que só poucos COMO VOCÊ podem desfrutar do mesmo encantamento" e mais adiante quando ela conclui: a única solução é trancar-se em casa dando ênfase para SOZINHA(não está contente fica sozinha!Ka ela traduz exatamente o que vc pensa só que de forma figurada " o que alguns ricos querem é ser invejados. Foi isso o que entendi com minha interpretação. O que acham? beijos jú.

Anônimo disse...

Enquanto as elites tomam parte na vanguarda dos acontecimentos, o povo toma na retaguarda. ( frase do livro Desaforismos de Georges Najjar Jr )

Anônimo disse...

Pessoal do blog, tá faltando uma interpretação mais aguçada. O link que dá ao primeiro texto que vcs fizeram referência cita mesmo um certo amargo em andar nas ruas e ver a pobreza e a miséria que circula no ambiente urbano. Ela não critica os pobres, e sim a pobreza. Já o texto que está em questão aqui segue o mesmo raciocínio, o sarcasmo e a ironia. Se não o fosse, porquê ela utiliza então exemplos como o fusca ou a compra do 1 ap? O que é magistral é que, o que os confundiu foi a sua conclusão. Ter um livro na mão e o ler não significa que o mundo está 'too boring', mas que, às vezes, ir pra casa e se fazer companhia é melhor que muitas outras coisas. Essa, aliás, é uma das recentes teses da danuza em seu último livro. Viver com pouco e viver bem.

Alessandro disse...

Jú, como falei no meu comentário: quem acompanha a Danuza sabe que ela pensa sim, que alguns prazeres devem ser exclusivos dos ricos como ela. tanto que a própria falou que não usava mais suas malas LV porque a classe média tinha começado a comprar a grife. E isso foi há anos atrás! imagina agora com a banalizção da marca e cópias a granel? Danuza sempre foi esnobe sim e nunca escondeu isso!

Anônimo disse...

prefiro ser pobre do que ter essa cara ai
feiosa
kkkk

Anônimo disse...

Oi Alessandro obrigada por responder o meu comentário. Continuo discordando de sua opinião. Mas independente disso e de divergências quanto a interpretações de texto o que posso dizer é que no geral dos comentários a conclusão é só uma: nada mais deselegante do que ser esnobe e se julgar mais que os outros. Beijo a todos aí, jú.

Anônimo disse...

Está difícil pq ter que lidar com pessoas que suaram a camisa pra ter algo na vida, não é fácil, elas tem integridade, e não enxergam as coisas de forma superficial. Tentei escrever algo sobre essa coitada, pensei, pensei, pensei e cheguei a uma conclusão. Essa mulher é tão ridícula e vazia que não consigo escrever sobre ela. Um brinde a todos aqueles brasileiros que com trabalho e suor do próprio rosto, conseguem alcançar seus objetivos e com sua presença incomodam pessoas vazias como a sra. Leão.

Anônimo disse...

Eu não acompanho a Danuza, muito raramente leio alguma coisa dela...
Mas, tendo por base os dois textos recomendados, penso o seguinte:
Em relação ao post, acho que ela foi sim irônica e sarcástica e que o final do texto fecha o pensamento dela de que o fato de algo custar pouco ou ser popular não o torna "pior" ou menos desejável. Um bom livro é um grande prazer e pode custar bem pouco. Sempre pensei em livros como arte acessível...
Quanto ao texto cujo link está nos comentários, a mensagem que ela transmite é da dor que a miséria alheia nos causa, porque queremos que todos tenham acesso ao mínimo de dignidade... Quem vai ao centro do Rio entende o que ela diz...
Abs,
L.M.

Anônimo disse...

Sem dúvida foi uma crônica recheada de ironia...

Natália disse...

Ah, gente deixa essa infeliz no canto dela, sofrendo por um passado que jamais voltará! Eu tbm sinto falta dos tempos em que eu podia comprar kinder ovo, mas e daí? kkkkkkkk
Temos que nos adaptar ao mundo e quem não está disposto, que viva dentro de casa até morrer com seus chocolatinhos. A mãe do coringa é patética mesmo e esse jeitinho elitista só serve mesmo para virar piada em filmes, redes sociais etc. Val Marchiori deve ser a maior fã desta adorável senhora...

Luciana disse...

Não estou defendendo Danuza e nem tenho vontade disso, pois não sou leitora de suas colunas e de seus livros,então não conheço seu trabalho nem o que ela pensa.
Li a outra coluna que a Kaira colocou no link e mesmo assim não enxergo o que vcs estão vendo , pra mim o primeiro ela está ironizando e o segundo é uma crítica a pobreza e não a gente pobre como disse um anônimo acima.

Anônimo disse...

O primeiro texto é aversão a pobreza, e vamos falar a real, quem acha bonita, legal pobreza, já dizia Joãozinho 30 "Pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual", o texto fala sobre isso a pobreza e não os pobres. já o outro achei um tom ironia e sarcasmo.

Anônimo disse...

Nao vi nenhuma aversão à pobreza. No texto do link, vi, na última frase, um sentimento de solidariedade e pena por aquelas pessoas que têm tão pouco e se permitem sonhar. Já li alguns textos dela antes e nunca achei esnobe. Ela fala da realidade dela.

Lulu disse...

Preconceituosa e elitista.

C. Fiuza disse...

Não leio nada da Danuza desde o seu "Na sala com Danuza". Acho que fiz bem.

fer disse...

Gente, tá bem claro que esse é o pensamento dela SEM IRONIA alguma, ela é assim desde sempre, quem já leu qualquer coisa dela sabe que ela pensa assim, porém dessa vez ela se superou. Lamentável esse texto, acho que essa senhorinha já tá é caducando.

Anônimo disse...

Voce não entendeu nada.
Ainda bem que a maioria dos leitores do blog entenderam.
Quer uma prova?
Quando ela diz " É claro que que ficar rico deve ser muito bom " ela própria já se coloca como não rica.
Ironia, baby, só ironia...

Anônimo disse...

Nossa Kaira, quanta ignorância.

A Danuza Leão é uma das poucas pessoas que teve uma vida cheia de exclusividades e de arrogante e nojenta ela não tem nada.

Metida a besta é você que não consegue entender um texto cheio de ironia.

Sugestão, vai ler um pouco, tente absorver algo que não sejam dicas de produtinhos de beleza, que tal?

Anônimo disse...

que babaca. o bom eh que sozinha no luxuoso apartamento dela, ela morre e ninguem vai saber. um otimo servico a sociedade pobre e emergente que ela odeia.

Andréia disse...

Também a achei completamente irônica. Qualquer um que esteja familiarizado com a leitura percebe isso. O problema é que algumas pessoas insistem em procurar chifre em cabeça de cavalo, parece que possuem a necessidade de se sentirem oprimidas e injustiçadas o tempo todo, só para ter algo a que se lamuriar.

Liz disse...

Ganhei um livro desta criatura de presente. E tomei nojo! Ela representa aquela "mentalidadezinha" tacanha da burguesia decadente brasileira. Aquela mesma aristocracia parasita que se beneficiava ( e ainda se beneficia) de favores e carteiradas públicas. Pelo seu livro, tive a impressão de que foi uma pessoa que durante anos só viveu de brisa e água fresca. Brisa esta, muitas vezes, proporcionada pelo " jeitinho" de quando se tem " as amizades certas". Odeio este tipo de gente!Uma alienada e "provinciana". Por mais que ela se diga viajada, não passa de uma tia provinciana ( TUDO QUE ELA FINGE NÃO SER!). Uma daquelas tias polenteiras resmungona, aterrorizada com a passagem do tempo e claro: com a grama da vizinha cada vez mais verde!

Anônimo disse...

*Vinícola ;]

Anônimo disse...

Deu medo agora. Dois textos irônicos e as pessoas não conseguiram entender? De volta para a sala de aula, já!

Anônimo disse...

Se você tivesse entrado no link e lido o outro texto veria que talvez não seja ironia. ..

jhenipher lopes disse...

ironia onde gente?
uma pessoa que diz: o povo pobre do Nordeste têm uma dignidade; não sei bem de onde ela vem, mas ela existe. Talvez por terem um pedacinho de chão só deles, talvez.
como assim?????
dignidade é uma coisa que ela não tem, e acho que nunca soube o real significado dessa palavra.... affff

Anônimo disse...

se não conhecer o trabalho dela, realmente parece só ironia. sempre desconfiei dessa danuza, não sei que graça veem nela... uma pessoa que fala em envelhecer bem e tem a cara pior que a de donatella versace. e que gosta de passar o natal sozinha, longe do barulho dos netos... acho que ela é muito apegada a essas superficialidades e por isso vive tão isolada... como Quasímodo, só que sem a simplicidade, bondade e ingenuidade deste. só um mostrinho escuro se escondendo da própria solidão e da realidade que não lhe cabe mais... mas sempre é tempo de mudar, acho que ela deveria se espiritualizar.

Anônimo disse...

Deu medo agora. Dois textos irônicos e as pessoas não conseguiram entender? De volta para a sala de aula, já! (2)

Anônimo disse...

O que li aqui foi pobreza de espirito. o sarcasmo da ironia de danuza nao foi bem entendido. ela sempre evoca os aureos tempos da decada de 70, como uma epoca de acontecimentos nobres, e nao de pobres.
A danuza, de uma jeito muito particular, reflete sobre a mudança dos tempos, e neste texto especificamente, ela coloca a inclusao social como um afronta a classe ryca, que entende que deixou de ser exclusiva.
O curioso e que a maioria nao alcançou o sarcasmo dela com relação aos ricos.
O que ela ressalta em suas cronicas geralmente e a pobreza da mente humana, onde o que realmente vale a pena, caiu no esquecimento.
e triste ver que a maioria tem problemas de interpretação.
pobreza na alma, dói.

Anônimo disse...

Tá faltando aí pra galere umas boas aulas de interpretação de texto, hein!
Ironia? Sarcástica?
Quando fazemos um texto de cunho irônico, normalmente a conclusão é outra...
Ela disse o que quis dizer mesmo, ou seja, é uma completa idiota>
Tanto dinheiro (será?) e pobre de espírito. Coringona

Anônimo disse...

jhenipher lopes disse...

ironia onde gente?
uma pessoa que diz: o povo pobre do Nordeste têm uma dignidade; não sei bem de onde ela vem, mas ela existe. Talvez por terem um pedacinho de chão só deles, talvez.
como assim?????
dignidade é uma coisa que ela não tem, e acho que nunca soube o real significado dessa palavra.... affff

(2)

concordo. leiam essa parte, aí vcs podem parar de chamar as pessoas de burras, ignorantes, mandar voltar pra a escola, etc, o q por sinal, tb é bem tacanho.

nunca vi essa mulher falar alguma cosia realmente significante.

e vem gente aqui chamar a kaira de ignorante, chamar os outros de ignorantes, pra defender esse tipo de leitura, como se ela fosse algum ser supremo da literatura.

ah me poupe!

vão vcs se aprimorar, ler alguma coisa que acrescenta!

Anônimo disse...

Oi,,, não acha nada de mais ,, afinal ; EU SOU RICAAAAAAAA!!!!!

Kkkkkkkk, brincadeiras as parte, sinceramente isso nem me espanta mais , há algum tempo venho dizendo que o Brasil esta criando verdadeiros muros da vergonha.

Um parte como dessa senhora , esbanja e e se faz de super, hiper, master superior aos demais.

Outra parte , prefere se fazer de coitados, não querem progredir estudar( analfabetos funcionais prontos para votar ), preferem , ganhar bolsas e mais bolsas (familia, etc)os acomodados.
E infelizmente no meio a minoria que, trabalha de verdade,que pensa ,,, mas que do jeito que as coisas estão, pensam seriamente se devem ficar por aqui,, porque olha me dá vergonha,, um país que é tão displicente com a saúde a educação, e "primeiraõ" nos gastos com a copa.
E as pessoas estão preocupadas, realmente com a copa, com a novela das 08H00 Afeee ! A falta de respeito e a roubalheira corre solta, e os super hiper não ligam pois sempre estão lucrando, mais e mais, os coitadinhos, tem que se preocupar com o "curintians" e com o final da novela. Por Favor !!!! Adoro meu país e sempre adorei, mas a cada dia fico mais decepcionada!! Mas será que um dia só sobrarão por aqui os super hiper e o coitadinhos??? Um vivendo da existencia do outro!!!???
"Brasil o país do futuro " - Lembra que um dia acreditamos nisso!!!
Ufa , falei !!!

Sand

Cleo disse...

Kaira, não li os comentários, pois são muito e meu tempo está escasso.Mas, tenho que comentar tb. Eu li este texto no domingo de sua publicação e tive um outro entendimento. A Danuza, foi irônica e expôs o pensamento recorrente do rico brasileiro. Acompanho a Danuza a muito tempo através de livros e crônicas e sempre percebo esse olhar irônico sobre a elite brasileira.

Anônimo disse...

jhenipher lopes, me diz, o que você gosta de ler? para escrever um texto tão medonho desconfio que sua leitura seja revista Caras ou Contigo! vergonhoso...

Anônimo disse...

viram isso? gloria khalil disse frases q me lembraram este post, vem de encontro ao tema

http://gnt.globo.com/saiajusta/noticias/Gloria-Kalil-da-dicas-de-comportamento-e-estilo-para-quem-vai-viajar.shtml

Anônimo disse...

Ai gente! Deixa ela!
Todo mundo tem direito de ter uma opinião sobre algo, mesmo que seja bisonha! Já saímos dos tempos da ditadura e censura!

Ela pode pensar o que quiser, mas o fato é que realmente hoje em dia quase todo mundo pode muita coisa!

Graças a Deus! O nosso mundo é muito bonito e merece ser visto por todos!


E quanto menos gente pobre, maior a segurança, menor a violencia, menor a fome e a miséria!

Aprendam a ter dó de gente fútil.

Aprendam a se preocupar mais com questões pertinentes à nossa realidade, ao nosso cotidiano!!

Paciencia e tolerância com pessoas cuja opinião diverge da nossa....afinal o preconceito parte deste princípio...INTOLERÂNCIA.

Assinado : Anna

Fernanda Souto disse...

Meu Deus, que falta faz a leitura. Qualquer um que tenha lido um Saramago da vida compreende um texto irônico. Além do mais, se você ler as entrevisatas dessa senhora, verá que ela tem uma filosofia ao desapego, uma postura em relação ao consumo diferente da grande maioria. Enfim,com todo o respeito, na minha opinião, tem que entender o texto antes de sair criticando.

Ju disse...

Se o texto não é irônico como a maioria defende, fica a pergunta porque o uso de tantas interrogações?
É por demais óbvio que a autora do texto inaugura um questionamento acerca dos valores atuais da sociedade moderna. Se ela possui os melhores argumentos? Nem acho, até porque exclusividade não é, para mim, sinônimo de riquesa. Daí ler um livro em casa ou em uma biblioteca lotada com grupos de discussão me parece ser saboroso da mesma maneira.
Ela me parece apenas defender que vida rica é aquela em que a pessoa realiza seus proprios sonhos e não aqueles impostos para impressionar os outros. Aqui está ponto fundamental de seu texto, argumento extremamente legítimo.
Daí ela questionar a classe C que, agora com poder aquisitivo, vivencia experiências que antes era de exclusividade dos "ricos" e, de igual modo, os "ricos" que se incomodam com o acesso à todos de seus precisos produtos. Em verdade, TUDO isso me parece de uma bobagem sem fim...

Anônimo disse...

Para o Anonimo das 22:27.
"jhenipher lopes, me diz, o que você gosta de ler? para escrever um texto tão medonho desconfio que sua leitura seja revista Caras ou Contigo! vergonhoso..."

que exemplo bonito de tolerância hein colega?? desde quando o que uma pessoa lê define o que ela é? e daí se ela gosta de ler Caras? afinal, vc está aqui no PIMENTAS, um blog de moda, se doendo horrores por um texto da DANUZA!!!

e essa coisa de criticar como as pessoas escrevem, oq escrevem, na internet, é coisa de gente tão elitista quanto a dona danuza. tipo de gente que frequenta o blog da shame todos os dias, e abomina a inclusão digital, logo, dá pra entender o seu posicionamento. Deve ser mais uma dessas criaturas que, no fundo, tem horror a pobre sim.

Ironias ou não a parte, é um texto raso, pobre, de alguém que pouco conhece sobre a realidade brasileira, sobre o povo nordestino, sobre sua cultura, para afirmar que eles têm "alguma dignidade".

Pra quem tá se doendo tanto, vão defender alguma causa mais interessante. Se fosse uma pobre louca fazendo um texto "irônico" sobre a elite, vcs já estariam dizendo: ela tá com invejaaa! Mas rico pode dizer qualquer coisa, pq rico quando fala merda, é irônico, pobre quando fala merda, é burro, é invejoso, é ignorante, e só sabe ler Caras.

E vamos parar com essa história de dizer que essa ou aquela pessoa nao lê, é burra ou ignorante. O que é que vcs sabem sobre a vida dos outros hein? O que VOCÊS entendem por ironia, eu posso entender como simples babaquice, como alguém vendo uma situação de fora, de maneira superficial, e querendo bancar a inteligente, com consciência social, sendo que pouco sabe sobre isso.

Anônimo disse...

As vezes temos que deixar a prepotência de lado e admitir que não sabemos de tudo, que não somos donos da verdade. como a dona danuza pode ser irônica, em relação a um tema tão profundo como esse? O que ela sabe sobre a realidade do povo brasileiro, sobre a cultura do nordestino, etc etc. vcs estãos se apegando ao termo "irônico", e ignorando o fato de que ela resumiu as pessoas em pobres e ricos. e cade as singularidades dessas pessoas, desses povos, dessas culturas?


sód e fazer isso, já mostra que ela foi prepotente o bastante, para querer discorrer sobre um tema tão amplo, tão rico, de maneira tão taxatixa e superficial. Será que ela já se preocupu em querer conhecer alguma dessas pessoas, pra entender como elas vivem? Se essas pessoas realmente se importam com as cosias que ela se importa?

Achei arrogante. Eacho que muitas aqui estão sendo arrogantes tb. E atacar o outro, ao invés do argumento, só comprova isso. Ofender como o outro escreve, ou oq ele lê, é um absurdo.

Ninguém é mais ou menos burro, pq le cinquenta tons de cinza por ex, ou pq lê blogs de moda. Ou pq está na internet debatendo um texto da danuza e escreve sem pontuação, ou digita errado...

nao é a toa que tanta gente se identificou com essa Danuza, arrogância define...

Anônimo disse...

vomitei! Quem pensa assim, independente da situaçao financeira, só mostra o quanto pobre... e podre!

Boneca cinéfila disse...

Texto irônico. Muito barulho por nada.

gigi-bellagitana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
gigi-bellagitana disse...

Eu fico perplexa de ver gente dizendo que tem que ter inteligencia pra entender os textos dela e tudo, é igual a roupa invisível do rei, vc finge que é inteligente pra fazer de conta que entendeu diferente, oq ela escreveu é bem claro e eu tenho suficiente inteligência e discernimento pra entender, e achar o q ela escreveu muito muito pobre de espírito!

Anônimo disse...

Estou horrorizada! E o pior é que ela fala sério! No texto do link ela fala que os pobres do nordeste têm dignidade, que ela não sabe de onde vem, mas têm. Como se pobres não fossem pessoas. E pra que ficar rico se a pessoa não pode mais se divertir? Não faz sentido. Nunca tinha lido nada desta criatura, nem pretendo ler mais. Nojenta foi um ótimo adjetivo.

Postar um comentário

Apimente bem gostoso com o seu comentário, gostando ou não do que foi publicado, mas tente ao menos ser coerente e educado na opinião dada, visse? Eu não sou obrigado a escutar desaforos no meu espaço e te devolvo o baile com gosto de gás! rsrsrsrsrs

Vem comemorar a semana do Dia Internacional da Mulher
Caso não esteja visualizando as imagens,acesse aqui
 
 
Duloren
Lançamentos Sutiãs Calcinhas Modeladores Diva Plus Size Cuecas
Frete Grátis
Dia internacional da mulher
Aproveite
Chat Online
Central de Atendimento:
Para realizar qualquer troca de produtos, seja por causa do modelo, tamanho ou cor, não há custo adicional para a 1ª troca e a Duloren oferece um prazo de 30 dias após o recebimento do produto. Caso a nova peça seja de uma referência diferente da peça devolvida, será gerado um crédito no valor do produto a ser trocado para a realização de uma nova compra. Para saber mais, acesse Política de Troca ou Devolução.
Custo e Prazo de Entrega:
O frete é grátis para qualquer lugar do Brasil em compras acima de R$ 120,00. 
Depois que o pagamento estiver confirmado, o envio do(s) produto(s) ocorrerá o quanto antes, mas o prazo depende de sua localidade. Para saber mais, acesse Entrega e Frete
Formas de Pagamento:
As compras podem ser feitas em até 5 vezes sem juros em todos os cartões, com parcela mínima de R$ 30,00.
Trabalhamos também com outras formas de pagamento, como débito, boleto bancário e PayPal.

Sobre a Duloren:

A Duloren, líder de mercado em moda íntima no Brasil, fundada há 53 anos, tem um forte e consistente DNA que está baseado na produção de tecidos altamente tecnológicos com desenhos, rendas e elásticos exclusivos, acrescentado à tinturaria própria e à fabricação dos seus insumos. Para atender as mais diversificadas solicitações do mercado consumidor, a Duloren produz e comercializa hoje as marcas Duloren e Femmina.

Com capital 100%% nacional, produz cerca de 1,2 milhão de peças por mês. A Duloren orgulha-se de ser inovadora e estar na vanguarda da estratégia de mercado. Através de avançados planos de marketing, a empresa é reconhecida como pioneira da moda íntima, lançando coleções simultaneamente

Atenção:  

Preços e condições válidas somente para este e-mail, em compras na loja online da Duloren.
Promoção válida até 08/03/2017.As condições podem se alterar após o envio dessa mensagem.
Confira todas as informações sobre produto, preço, tamanho e cor antes de concluir a compra.
Os descontos são válidos durante o período de divulgação e dependem da disponibilidade de estoque.