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terça-feira, 31 de janeiro de 2012


Lambe Meu #$¨%*&@*&*

Pelo que nota-se no vídeo abaixo a Perereca Lanza parece ser só coloridinha and amigável quando tá toda trabalhada no visual Restart, mas bastou usar um tonzinho mais discreto que virou cabra macho e todo trabalhado no mimimi só porque tocaram com as patas no carango dele.


Vídeo: IG

Mas que nervosa!!!!!





Caguilera

A pessoa é tão cagada azarada que quando todos esperam que lágrimas escorram por sua face durante a homenagem no funeral de Etta James, escorre outra coisa, em outro lugar…

#comolhedar?!?!




Fotos: Reprodução


Calma ameegan, não precisa inventar que é autobronzeador (até porque acho difícil alguém acreditar), e afinal isso já aconteceu com todo mundo eu mesma quando tomei Xenical já passei por cada apuro!, ainda mais fazendo essa força toda… Ô dó…










Hollywood Issue 2012 da Vanity Fair

É de ficar "morta com farofa" ao constatar o glamour que é empregado na capa da edição especial "Hollywood Issue" da Vanity Fair, que esse ano traz as apostas de 2012 como as novas divas hollywoodianas"!

Dessa feita as bonitas escolhidas foram: Rooney Mara, Mia Wasikowska, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Elizabeth Olsen, Adepero Oduye, Shailene Woodley, Paula Patton, Felicity Jones, Lily Collins e Brit Marling.



*CLICA NA CAPA ABAIXO PARA VER EM TAMANHO MAIOR








Fotos: Mario Testino


Sentiram falta de alguma?



Siliconator

A brasileira faz tempo que anda desesperada em ser uma mulher 'zuper' peituda, isso é fato! Já que o biotipo nacional sempre tendeu a ter mais volume nas cadeiras e no bumbum, né vero?

Eu sempre achei bem bonito as meninas que possuem seios volumosos, confesso. Mas será que é preciso ter mamas tamanho gigante hoje em dia para ficar se sentindo mais gostosa? É que muitas delas tem exagerado um bocado na escolha do tamanho do silicone, ficando algo para lá de bizarro, ou até mesmo não compatível com o corpo.


Então, como saber o melhor tamanho na hora de adquirir uns faróis novos, hein? Acho que foi para isso que o site IG resolveu lançar algo que mais parece ser um produto Tabajara por conta do nome: IG Siliconator! rsrsrsrs

Ele é nada mais que um simulador virtual que aumenta os seios, bastando que faça upload de uma imagem sua para que o mesmo mostre como você ficará mais peituda. Dá um clique na imagem abaixo e experimenta!


Imagem: Reprodução IG



Ugly Jessica

Jessica Biel já vem a ser uma sujeita sem tempero algum e agora inventa de sair nas ruas travestida de Betty, a Feia?





Fotos: reprodução


Tem jeito pra essa não...


Desejo do Dia

Bom, já mostrei o bofe, agora vamos falar da "patroa". A nova coleção de roupas de Victoria Beckham entrou em liquidação na Harvey Nichols - cadeia de lojas láááááá do UK - ontem de manhã. Pena que é tão longe... :/





Olhem só a própria Victoria e a Michelle Williams usando um dos vestidos, porém em cores e propostas diferentes...

Fotos: reprodução



Bom, pelo jeito ficarei na vontade...


David Beckham para a H&M

Roubei a tag do Ale para dar meu bom dia em grandessíssimo estilo: com o comercial que David Beckham estrelou para a linha de roupas íntimas masculina da H&M:







Fotos: reprodução



Bom dia ;)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


Todo Adulto Gay Foi Uma Criança Gay

Acho deveras patético o fato de ainda existir julgamentos tão ferrenhos na nossa atual sociedade quando acontece em notar que uma criança emite sinais de que possa vir a ter uma sexualidade diferenciada da que é considerada "normal" pela mesma. 

Falo isso por, tanto ter sentido na pele, quanto por observar em vários casos que sempre existe gente tendo a errada opinião de achar que quem demonstra logo cedo que é gay que isso possa vir a ser "safadeza", "desvio", "influência" e deva ser rapidamente corrigido, enquanto o contrário por vezes é bastante incentivado. 

Ou você nunca ouviu algum pai dizendo que o filho tem que aprender a ser cabra macho desde cedo? E nisso já insistindo/ordenando para que o garoto olhe para as meninas de uma forma sexualizada, tentando incutir em suas mentes ainda não totalmente formadas o que eles acham que é o certo e o que é errado nesse assunto, mesmo estando totalmente equivocados em pensar que seus filhos serão melhores ou piores por conta do mero detalhe que é ser gay. Já que caráter e personalidade independem disso.

Outro fator gritante do preconceito vem ser quando famílias apoiam e tratam o caso de ter um filho (a) homossexual com bastante naturalidade, e mesmo assim as pessoas ficarem chocadas com tal fato. Até mesmo acusando esses pais de os incentivarem a ser dessa forma. Sobre isso temos o famoso exemplo do casal Brangelina, que vivem recebendo críticas por criarem a sua Shiloh da forma mais espontânea possível existente, já que a menina parece ter certo apreço às vestimentas masculinas e eles não fazem nenhum alarde sobre isso, sabendo respeitar a filha desde pequena.

O fato da criança se identificar mais com um lado do que com o outro é algo bastante corriqueiro, mas que parece surtir um efeito polêmico, e sem razão, nas pessoas, mesmo essas dizendo que não são preconceituosas. Porém são da opinião que o casal está criando a menina de forma errada??!!!???? Como assim? A forma certa é castigar? Esconder debaixo da cama? Obrigar a ser o que não quer? Bater? Se envergonhar disso? Estamos na Idade da Pedra? É isso? A sexualidade que a garota exercerá em seu futuro deverá ser de preocupação unicamente dela, não de seus pais ou de outros. Eles tem é a obrigação de amá-la incondicionalmente, não a podando por conta disso.

Estou falando sobre isso nesse post porque encontrei um texto maravilhoso no blog Minoria é a Mãe.
Post esse que versa sobre Amelia, mãe de um menino de 06 anos que está totalmente apaixonado pelo Blaine do seriado Glee

Resolvi reproduzi-lo na íntegra para vocês, por achar que a forma com a qual essa mãe trata o sentimento de seu filhote pelo personagem televisivo venha a ser uma grande lição para quem ainda é tão pequeno, egoísta e mesquinho em sua forma de pensar, agir e enxergar o mundo em sua volta.
Foto: Reprodução



Todo Adulto Gay Foi Uma Criança Gay 
 

“Meu filho mais velho tem seis anos e está apaixonado pela primeira vez. Ele está apaixonado pelo Blaine de Glee.

Para quem não sabe, Blaine é um garoto… um garoto gay, namorado de um dos personagens principais, Kurt.Não é um amor do tipo “ele acha o Blaine muito maneiro”. É do tipo de amor em que ele devaneia olhando para uma foto de Blaine por meia hora seguido por um ávido “ele é tão lindo”.

Ele adora o episódio em que os dois meninos se beijam. Meu filho chama as pessoas que estão em outros cômodos pra ter certeza de que não perderão "sua parte favorita”. Ele volta o video e assiste de novo… e obriga os outros a fazerem o mesmo, se achar que as pessoas não prestaram atenção suficiente. 
Essa obsessão não preocupa a mim e a seu pai. Nós vivemos em uma vizinhança liberal, muitos de nossas amigos são gays e a ideia de ter um filho gay não é algo que nos preocupa. Nosso filho vai ser quem ele é, e amá-lo é nosso dever. Ponto final.

E também, ele tem seis anos. Crianças nessa idade ficam obcecadas com todo tipo de coisa. Isso pode não significar nada. Nós sempre brincamos que ou ele é gay ou nós temos a melhor chantagem na história da humanidade quando ele tiver 16 anos e for hétero.

E então, dia desses estávamos viajando para outra cidade ouvindo (é claro) o CD dos Warblers, e no meio da música Candles, meu filho, do banco de trás, fala:“Mamãe, Kurt e Blaine são namorados.”“São sim,” eu confirmo."Eles não gostam de beijar meninas. Eles só beijam meninos.”“É verdade.”“Mamãe, eles são iguais a mim.”“Isso é ótimo, querido. Você sabe que eu te amo de qualquer forma?”“Eu sei…” Eu podia ouví-lo rolando os olhos pra mim.

Quando chegamos em casa, eu contei da conversa para o pai dele, e nós simplesmente olhamos um nos olhos do outro por um momento. E então, sorrimos.

“Então se aos 16 anos ele quiser fazer o grande anúncio na mesa de jantar, poderemos dizer ‘Você disse isso pra gente quando tinha 6 anos. Passe as cenouras’ e ele ficará decepcionado por roubarmos o grande momento dramático dele’, meu marido diz rindo e me abraça.

Só o tempo dirá se meu filho é gay, mas se for, estou feliz que ele seja meu. Eu estou feliz que ele tenha nascido na nossa família. Uma família cheia de pessoas que o amarão e o aceitarão. Pessoas que jamais vão querer que ele mude. Com pais que não veem a hora de dançarem no casamento dele.

E eu tenho que admitir, Blaine seria realmente um genro fofo.”

(postado em 15/08/11, original aqui)---

“São duas e meia da manhã e eu estou olhando para a tela do computador. Dentro de cerca de quatro horas eu preciso estar acordada pra levar meu filho pra escola e ir pro trabalho. Ao invés disso, estou quebrando a cabeça tentando descobrir o que dizer para um adolescente cujos pais estão fazendo de sua vida um inferno.

Minha vida não foi sempre assim.

Eu escrevi o que eu achava que era uma pequena história fofa e inocente sobre meu filho mais velho e seu amor por um personagem de um programa popular de televisão, e como isso acabou o levando a me contar que ele queria beijar meninos e não meninas. Eu, ingenuamente, coloquei isso na Internet, pensando que talvez alguns fãs da série ou do ator achariam fofo também.

12 horas depois, essa história foi “curtida” e reblogada mais de 20 mil vez.24 horas depois, foi colocada na página inicial do Out.com.36 horas depois, Dan Savage estava blogando sobre ela.48 depois, o Trevor Project posta sobre ela no Facebook.

Foi impressionante. Mais que isso, foi de quebrar o coração. Por causa de toda a exposição, vieram comentários e uma caixa de entrada cheia.

Eu consigo lidar com comentários negativos. Pessoas dizem que meu filho é muito novo para assistir à série. Que eu não deveria estar escrevendo sobre meu filho sendo ele tão novo. Que minhas piadas são ruins. Eu consigo olhar pra tudo isso imparcialmente e concordar que eles tem alguma razão (ainda que eu nem sempre concorde).

O que eu não consigo lidar é com centenas de pessoas dizendo que gostariam que eu fosse a mãe deles. Centenas de pessoas me dizendo que eu mereço prêmios. E, pior, pessoas dizendo que eu sou uma mãe perfeita.

Eu simplesmente não sou tão legal assim.

Eu me esforço pra ser uma boa mãe, mas eu não estou nem entre as 25 melhores mães que conheço. Eu sou aquela mãe que fala irritantemente alto. Eu nunca nem tentei ler um livro sobre bebês. Eu danço ska com meu marido no meio de lojas quando estou entediada e faço meus filhos desejarem morrer de tanta vergonha. E isso é só o começo.

Mas aí estão todas essas pessoas online dizendo quão boa eu sou. E o que eu fiz? Eu disse que amava meu filho incondicionalmente. Isso é algo tão raro que as pessoas precisam parar pra falar sobre? Eu não pensava assim, mas agora começo a me perguntar.

Porque a parte que realmente quebra meu coração são as mensagens na minha caixa de entrada. Aquelas que vêm de crianças cujos pais evidentemente falharam na parte mais importante de ser pai ou mãe: de fato amar seu filho. Os comentários são simples e devastadores, e quase sempre terminam da mesma forma: me agradecendo por amar meu próprio filho.

Eu respondo a todos, no escritório enquanto deveria estar trabalhando, e tarde da noite no sofá quando eu deveria ter ido dormir há horas. Não responder não é uma opção para mim. Eu preciso fazê-lo. Eu preciso que essas crianças saibam que eu li suas palavras. Que eles merecem o melhor. Que eles significam algo pra mim.

Não é tudo ruim. Um garoto de 14 anos me disse que acabou de sair do armário para os pais. Eu respondi parabenizando-o e perguntei como foi. E então eu sentei, ansiosa, esperando que ele respondesse, e ele apareceu um minuto depois dizendo que “tudo correu muito bem!”.

Mas infelizmente, os comentários que me fazem sorrir e rir são uma minoria. A maioria deles são como o que eu estou vendo nesse momento. Uma criança de coração partido que deseja desesperadamente que sua mãe pare de lhe dizer coisas horríveis. Um menino que deseja que sua mãe ainda o ame.

Eu vou achar alguma coisa pra dizer pra ele, mas eu sei que não vai ser o suficiente.

Eu quero viver em um mundo onde aquela histórinha boba que eu escrevi não tem nada de especial, é apenas uma bobagem sobre um garotinho e seu amor por um garoto de blazer.”

(postado em agosto, original aqui)---“No dia 16 de agosto eu aprendi o significado de “viral”.

Eu escrevi um texto sobre meu filho mais velho e seu amor por um popular personagem gay da televisão, o Blaine de Glee, e como sua paixonite o levou a me contar que ele queria beijar garotos e não garotas. Eu, ingenuamente, postei isso em meu blog, achando que alguns fãs da série achariam fofo.

Dentro de 24 horas ele havia sido repostado e “curtido” mais de 30 mil vezes no site do blog. Não demorou muito até que as mensagens começassem a lotar a caixa de entrada, outros sites começarem a postar e as pessoas a comentarem. A recepção pela esmagadora maioria foi positiva. O que eu pensei que era uma simples história sobre meu filho e minha família claramente tocou fundo em muitas pessoas.

Também deixou muitas pessoas desconfortáveis. Das críticas, a mais comum é que meu filho tem seis anos de idade e não sabe nada sobre sexo. Ainda que eu tenha certeza de que isso não diz nada de definitivo a respeito da orientação sexual do meu filho, eu rejeito a ideia de que ser gay diz respeito apenas a atos sexuais. Nossas emoções e sentimentos, nossas atrações e compulsões, tudo contribui, não apenas as partes do nosso corpo. Se meu filho estivesse apaixonado pela atriz principal de iCarly, eu duvido que as pessoas diriam que ele é muito jovem pra ter sentimentos sexuais por uma garota. Eu acredito que pensariam que é apenas uma paixonite inocente de menino, o que é exatamente o que isso é. Além disso, pra cada comentário que eu lia dizendo que meu filho era muito novo, havia vários outros de adultos dizendo “eu também sabia quando era pequeno”.

Isso tudo me fez pensar e depois de um tempo eu comcei a sentir como se eu soubesse um grande segredo que não deveria de maneira alguma ser um segredo: todo adulto gay foi uma criança gay. Não é como se todas as crianças começassem héteros até que algum tempo depois alguém ligasse o “botão gay”.

As palavras horríveis e cheias de ódio das Michelle Bachmann da vida são levadas a um novo nível de repugnância quando as imaginamos sendo gritadas a um grupo de crianças na pré-escola ou primeira série. Eles são anti-naturais. Eles são pecadores. Eles vão pro inferno. Eles são sujos, errados e doentes.

Essas pessoas diriam para o meu garotinho inocente (que no momento quer ser um bombeiro-ninja quando crescer) que ele é a maior ameaça existente para a família americana… porque ele quer beijar meninos e não meninas.

A realidade é que eles estão enfiando essas palavras de ignorância e ódio na cabeça de crianças gays todos os dias. E essas crianças estão ouvindo isso. Eu sei porque muitas dessas crianças agora estão me escrevendo. Crianças de 14 anos me mandaram mensagens. Tantas delas são crianças assustadas, que obviamente não escolheram isso pra si mesmas, vivendo com medo de que suas famílias descubram porque sabem o que seu pai e sua mãe vão dizer. E eles me dizem que gostariam que eu fosse a mãe deles.

Eu quero deixar toda essa conversa, todas essas mentiras, todo esse ódio, longe dessas crianças. Claro, há um problema inerente nisso. Nós não podemos saber quem são as crianças gays só de olhar, e comportamento não é um indicador preciso (algumas meninas héteros são “moleques” e alguns meninos gays adoram brincar de carrinho). A única maneira de saber a orientação sexual de alguém é a pessoa nos contando, o que para alguns não acontece até a vida adulta.

Então, a solução é óbvia pra mim. Manter isso longe de todas as nossas crianças. É minha responsabilidade como mãe, como ser humano, levantar e dizer “basta”. Não, você não pode dizer essas coisas na frente dos meus filhos, a menos que você queira lidar comigo. Porque eu não vou permitir que nenhum dos meus filhos seja maldosmente atacado sem que eu os defenda. Eles nunca terão que duvidar sequer por um segundo pelo quê seus pais lutam, e nunca terão que viver com medo de quem são.

Porque desde 16 de agosto, eu aprendi que ódio é o vírus com qual temos que nos preocupar.”

(postado em 03/10/11, original aqui - ênfases minhas).

Fonte

 


Look Cagado do Dia: DIY

Estás afim de abalar and causar na vestimenta de gala? Então cata o DIY que a cantora francesa Shy’m fez em seu look ao comparecer no "NRJ Music Awards", em Cannes: a 'munita' utilizou papel filme, pluminha de gorro natalino, cola Tenaz e um lençol, obtendo o resultado lyndro abaixo.








Fotos: Reprodução



Só faltou mesmo foi arrematar com um pouquinho de noção e um viés de vergonha na cara...



Trollagem do Dia

Brad Pitt pegou Jennifer Anniston, formou família com Angelina Jolie e foi trollado por... Valeska Popozuda.

Fotos: Ego/reprodução



Coitado...


Giletada Desde Sempre

E como quando se fala em uma se pensa inevitavelmente na outra... pois não é que encontrei essas imagens da Angelina Jolie bem novinha e a danada já sambava no carão?






























Fotos: Reprodução


Bullying deve ter passado bem longe dela, né?