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sexta-feira, 5 de abril de 2013


Texto para Reflexão

Na seção “Mulheres pelo Mundo” datada de 30/10/2010, no blog Mulher 7X7, da revista Época, encontramos um texto deveras interessante falando sobre a classe média brasileira e seus gastos, mas  que serve para refletir o momento da atualidade onde existem tantas pessoas presas ao “alto padrão” de certos supérfluos impostos pela indústria da moda, blogs e etc.

O texto é um pouco longo, mas vale super a pena pensar sobre o assunto e perguntar se realmente precisamos de tantas bolsas, sapatos, makes e afins para ser feliz.

No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático. 

Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.

Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.

Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.

Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.

Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.

Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves,  tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).

Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.

Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.

Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).

É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.

PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.

 Adriana Setti
                                           Fonte

24 comentários:

Anônimo disse...

Disse tudo! Tb sou umas dessas que não tem empregada, nem carro do ano..e mesmo assim sou feliz com meu padrão de vida, trabalho e consigo viajar, usufruir tudo que gosto..não sou uma escrava de um estilo de vida que não me traz felicidade. O povo aqui reclama demais pq não tem empregada e etc, mas no exterior empregada e certas regalias são coisas de luxo, só pra quem tem muita grana!

Anônimo disse...

Texto irretocável!

Anônimo disse...

Perfeito! Amei!

Anônimo disse...

Texto ótimo. Meu pai tb fez isso, mas sem sair do Brasil. Vários amigos dizem que o invejam e ainda perguntam qual o segredo de ser feliz com mais simplicidade.

Anônimo disse...

Achei o texto bem interessante, porém é difícil depender de transporte público no Brasil ou andar de bicicleta já que não há ciclovias.

Anônimo disse...

Acho q algumas coisas podem ser mudadas para nosso dia a dia. |Mas tem outras inviáveis, vai usar transporte público em SP, bicicleta, as distâncias do centro para vários lugares é colossal, hj em dia numa cidade como SP vc leva praticamente o mesmo tempo usando transporte público ou seu carro, só q com a diferença é q pelo menos no seu carro vc não tá no aperto, sendo encoxada, ouvindo a música, audiobook o q for, sem ter a aguentar barulho, conversas altas e falta de fone de ouvido dos outros.
Eu adoraria sair de casa, pegar um metrô e descer pertinho do serviço e ir andando. Mas a realidade é: metrô abarrotado de pessoas, espera de 4,5 paradas, aperto, empurra-empurra, se chove o metrô para, aí vc desce vai andando para seu trabalho em ruas desniveladas, cheias de buracos....
Enfim, alguns hábitos podemos mudar sim, mas outros estão longe da nossa realidade. Meus pais levam uma vida bem mais simples q a minha depois de velhos, mas aí q tá a diferença: eles estão aposentados, não tem mais filhos pra criar, hora pra chegar em casa, atraso no serviço

Camila disse...

Eu já tinha lido este texto antes, eu concordei em partes e discordei em outras.

Esta pessoa que esccreveu o texto não tem preocupação de juntar patrimônio porque seus pais já o fizeram., Por este motivo ela pode ter um estilo de vida na Europa sem ter que se preocupar com construção de uma estrutura familiar, pois quando uma hora apertar, ela volta pra casa dos pais no Brasil.

A minha realidade e do meu marido é muito diferente. Precisamos trabalhar duro SIM para termos um padrão bom, e tranquilidade na velhice. Sem esbanjamentos, sem muito luxo. Na medida que entendemos que é razoável.

A verdade é que até poderíamos ter um apto maior, e um carro mais luxuoso, mas mantemos um padrão abaixo pra podermos desfrutar e ter um futuro menos tumultuado que o presente.


Agora, tem outra discussão: o que é um padrão razoável? Cada um tem sua pessoal opinião e não há como dizer se ter empregada é luxo ou necessidade. Depende de cada família e de suas necessidades.

Anônimo disse...

Acho q a Camila falou algo fundamental. Tá toda essa discussão por causa das empregadas domésticas e o povo q adora ser corretinho já vem com o discurso pronto e acha q é algo luxuoso, q só as dondocas vão sofrer. Muitas famílias, aliás a maioria, tem uma empregada por necessidade, não é luxo não! Necessidade de uma qualidade de vida melhor, de trabalhar o dia inteiro e poder chegar em casa e dar atenção para os filhos, olhar uma lição, ter um momento de lazer, criar laços familiares. E isso se torna muito difícil, complicado e estressante sem ter alguém q vc paga para cuidar de todo o resto, ou da maioria das coisas. Vida na Europa é outra! Vc chega nos lugares muito mais rápido, com muito mais qualidade, nos EUA por exemplo, eles não tem empregada q cozinhe, limpe etc, eles chamam eventualmente empresas q limpam esporadicamente vidros, janelas, um jardineiro, etc. Se viram com a comida, lá é absurdo a quantidade de comidas industrializadas q facilitam horrores a vida, em contrapartida come-se pessimamente mal, pq cozinha-se muito mal, comidas rápidas, engordativas.... tudo tem vantagens e desvantagens.

Alessandro disse...

Anônimo das 16:03, se você reparou na apresentação do texto, a data dele é de 2010. sendo assim não tem nada a ver com a recente discussão dos direitos das empregadas domésticas, não é? embora também sirva como discussão para esse assunto. :)

Anônimo disse...

Eu sei disso, e se vc tbém sabe, eu fico sem entender o pq da sua réplica?!
A discussão não deve ser em cima do texto e atual?

Alessandro disse...

calma, amore! foi só um ponto que esclareci achando que vc não tinha percebido.

Anônimo disse...

E adorei o texto! Moro há anos na Europa e digo que minha vida é assim, e não, não tenho família rica nem nada... E tb não tem como comparar alguns países com os EUA. Estados Unidos é opaís do consumismo, da ostentação, muito diferente de muitos países da Europa! E na Europa se come muito bem obrigada, comidas frescas, há diversas feiras, o povo se vira no fogão, esquenta a barriga mesmo e cozinha! Claro que em qqr lugar do mundo há publico pra qqr coisa, mas oq eu digo é o geralzão
O problema é que somos muito influenciados pelo jeito americanos, Miami de ser... Queremos marca, queremos o melhor carro, queremos mostrar pro outro que temos isso, isso, isso.... Mas o nosso país é pobre, a desigualdade social é absurda! Nada contra quem se mata de trabalhar pra ter um futuro melhor... Super digno, correto! Mas isso é bem diferente de ser escravo do consumo! Viver num país com menos desigualdade, com mais simplicidade é algo muito bom! Infelizmente muitos brasileiros precisam aprender oq realmente vale a pena na vida!

Adriana Maria disse...

Amei o texto!!!Acredito que hj vivemos em um mundo cheio de pessoas mimadas,esnobes,sem nocao da realidade do nosso pais e mais...querendo ser o que nao sao,consideram o maximo ir ao supermercado e levar a empregada ou o motorista para empurrar seus carrinhos!!! Acreditem presenciei esta cena esta semana!!!Sou formada,morei em republica(pouca grana e aprendendo a lavar um banheiro e fazer um arroz!!)e nao morri por causa disso.Eu e meu marido gostamos de viajar,teatro e comidinha boa,porem sabemos o valor das coisas e principalmente das pessoas.Mais humildade,respeito e amor ao proximo por favor!!!




Anônimo disse...

Classe média sofre!!! Esse texto é bacana. mas velhinho que só ele...

Anônimo disse...

A sociedade média-alta brasileira (não só a paulista!), no geral, realmente é vítima desse consumo desenfreado de supérfluos e eu faço parte desse grupo, em um nível não tão preocupante mas não deixo de fazer parte. De fato, muitas coisas poderiam ser cortadas, muitos gastos são desnecessários e poderiam ser transferidos para coisas mais úteis. Todos os dias tento ser melhor e me preocupar com coisas que realmente exigem minha preocupação e dinheiro (que na verdade é de meus pais). De uns tempos pra cá, reconheço que melhorei, e não foi pouco, tanto com os gastos quanto nos aspectos humanos que também envolvem esse assunto abordado. Infelizmente, não são todos que estão dispostos a esse tipo de mudança, e digo infelizmente, porque apesar de ser algo pessoal, esse 'esbanjar' chega a doer, em todos os sentidos da palavra. É triste ver a quantidade desses "escravos" que nem ao menos tem a consciência da sua condição. Em suma, que "não têm nada na cabeça" além do carro do ano e roupa de grife. E digo isso com pesar, por que já tive essa mente, e (graças!) tomei consciência. Consciência essa que pode parecer que não, mas muda muita coisa nesse círculo vicioso de gastar, gastar, gastar, e acaba trazendo mais felicidade para nossas meras vidas. É o que espero que aconteça a todas essas vítimas.
Lembrando que, certos gastos que são taxados de supérfluos, na verdade não o são para certas famílias, há serviços realmente necessários que muitas vezes não se pode abrir mão, e muitos moralistas (ou falsos deles) caem em cima colocando este rótulo em tudo o que é consumido pelos outros.

Anônimo disse...

Excelente texto. Apesar de alguém ter chamado de velhinho, é atual em suas colocações.

Vemos por aqui pessoas de classe média se matando para pagar TV, celular, carro e sofá caros.

Ana Paula Fernandes disse...

texto bem consciente..é o que uso como mantra: de que adianta uma varanda com uma vista linda se você não tempo de aproveitá-la!???

Riana do Pedregal disse...

uma vez eu tava vendo novela das 21hs. e a patroa tava na janela e disse - [depois feche os vidros e a cortina!] Conclusão; pra quem tem empregada até fechar janela é "dicícil"!

pior-profissão-do-mundo disse...

Eu era babá e quando a patroa chegava as crianças tinham de estar de banho tomado e a lição feita!Pior quando a criança pedante só quer fazer o dever de casa c/a mãe - a culpa é da "mãepaga"! Elas não entendem que a criança sente falta e quer ficar um pouco mais com os pais!!!

Anônimo disse...

moro na europa ha 10 anos. e o texto realmente reflete a realidade. no Brasil as pessoas se endividam e pagam 200,00 reais num sapato "a prestacao". um absurdo! nao condiz com o padrao de vida e com o salario da marioria dos brasileiros. as pessoas nao ve que nesse mercado de "credito" tudo e muito mais caro. aqui nao tem isso. se voce tem dinheiro, compra e se nao tiver, nao compra. eu nao tenho carro. quando falei que vendi o carro porque nao precisava e que era dinheiro jogado fora, ficou todo mundo chocado. Mas o europeu e assim. Eles sabem o valor do dinheiro ganho todo mes e nao vao disperdicar com qualquer coisa. Brasileiro nao consegue. Tem que ter baba, empregada senao reclamam de tudo. E mjuitos mora fora das grandes cidades e tb precisam de 1 ou 1,5 ate o trabalho nas capitais. Eu tb trabalho o dia todo e o meu marido tb. E ainda conseguimos levar o meu filho de 2 anos pra creche e ir buscar. E tudo uma questao de organizacao.

Anônimo disse...

Por favor ne, quanto texto cara!!!!!!!!!! Menos textos e mais fotos sl ia ficar melhor

claudia morato disse...

Vida simples e básica = mais tempo, menos stress

Anônimo disse...

Sensacional esse texto. E sim, ainda muito atual.
Morei na Europa por muito tempo e é um choque de realidade voltar para o Brasil. Infelizmente o consumismo é a política aqui e acho que tão cedo não irá mudar...

Anônimo disse...

Na época li esse texto e me identifiquei muito. Pra mim é uma bipolaridade EUA X Europa. O modo de ver a vida dos europeus é muito mais relax e sem tanto consumismo. Queria viver assim.

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