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sexta-feira, 9 de agosto de 2013


Big mistake. Big. Huge!

Tá pensando que a vida é fácil, mesmo pra mulher mais poderosa do mundo? Pois uma vendedora de uma loja na Suíça não quis mostrar uma bolsa para ninguém menos que Oprah Winfrey, alegando que a mesma era "cara demais"... Tá boa, santa??? 



O caso ocorreu quando a apresentadora estava em Zurique para casamento da cantora Tina Turner. Oprah contou o caso à Larry King, e disse que a vendedora ainda explicou que o artigo havia sido criado exclusivamente para a atriz Jennifer Aniston. A apresentadora, que tem uma fortuna avaliada em US$ 2,8 bilhões, contou que teve vontade de rir e, ao som do tema de "Uma linda mulher", comprar a loja toda, mas desistiu porque percebeu que, assim, a vendedora iria receber comissão sobre as vendas. Antes que alguém pergunte, o programa da Oprah não é exibido na Suíça.



 
Em 2005, Oprah foi impedida de entrar na Hermès, em Paris, que posteriormente pediu desculpas à apresentadora, presenteando-a com a coleção inteirinha da marca...


Fotos: reprodução



Racismo? Preconceito? E se ela fosse branca, mudaria alguma coisa?

42 comentários:

Anônimo disse...

Tudo isso e muito mais!

Anônimo disse...

Não vi racismo. Isso é antipatia. Não assisti a Oprah contando a história, mas acho que isso acontece muito nessas lojas. Se eu, branquela, neta de alemães, chegasse nessa loja na Suíça e pedisse a tal bolsa, ela certamente não mostraria.Isso em várias lojinhas de grife aqui no Brasil.

Anônimo disse...

pelo amor de deus povo é óbvio q é preconceito!!!! Como essas lojas tem se entrasse uma branca vestida de forma simples.

Anônimo disse...

É racismo sim, pois a Oprah, certamente, não estava vestida de forma humilde. Certeza que ela devia estar montada em grifes, mas como é negra...

Anônimo disse...

É racismo sim, pois a Oprah, certamente, não estava vestida de forma humilde. Certeza que ela devia estar montada em grifes, mas como é negra...

Anônimo disse...

Preconceito, muito pautado no racismo inclusive... Acho tudo isso muito bizarro, principalmente o olhar de empáfia da vendedora, que nem em 2 anos de trabalho compraria a bolsa... Te olha com cara de "que pobreee", como se ela também não o fosse, segundo os próprios parâmetros!

lea disse...

acho que e mais preconceito do que racismo, tem lojas na minha cidade que eu ja nem entro não porque não possa comprar mas a antipatia das vendedoras e tanta que nao quero estragar o meu dia ne, nao vale a pena,. bjs

Ana k.k. disse...

Creio que foi esnobismo da vendedora. Também deixei de frequentar lojas na minha cidade por não ser atendida devidamente, não sei se tenho cara de pobre ou assusto mesmo. rs

Mariana disse...

Nada a ver com preconceito. Sou hiper branca e aconteceu a mesma coisa comigo. Na verdade, pior, pq a mulher me expulsou da loja. Disse assim: "querida, porque vc não volta aqui quando tiver dinheiro para comprar alguma coisa?!" E BATEU a porta da loja! Eu estava só a 5 minutos olhando as bolsas...

Anônimo disse...

é preconceito sim, mas acho que não está relacionado necessariamente a cor.
Uma vez, antes de eu me mudar aqui pra SP, estava dando uma volta na Oscar Freire e resolvi entrar na tufi duek pra comprar umas sais e shortinhos pro cruzeiro que ia fazer. Estava de calça jeans, regatinha nadador a e havaiana do meu ex. Entrei na loja e a vendedora da vez veio até mim, parou na minha frente, olhou bem pros meus pés e foi subindo o olho beeeeeem devagar. Quando ela olhou pros meus olhos só tinha uma expressão de desprezo. Não pensei 2 vezes, disse na hora "Querida, pra comprar eu preciso estar bem vestida ou ter dinheiro???". E eu sou branquinha...

Anônimo disse...

Depois de tomar essa eu fui até a gerente e pedi pra substituir a vendedora, com a nova, que foi um amor, comprei bastante, tipo uma linda mulher mesmo hahahaha.
A idiota perdeu a caixinha...

Anônimo disse...

Nossa, que horror! A Hermes aqui na minha cidade (Alemanha) tem um negro, latino americano e gay, tsá meu bem! Me sinto bem lá!

Nunca fui impedida de entrar em lojas de alto luxo, porém alguns vendedores nao dao muita bola ou apenas ignoram.

No caso da Hermes, sempre vou a loja (eventualmente compro). Recebo convites e ligacoes quando ha algo novo na colecao ou liquidacoes (pois é, a Hermes tem liqui a cada 6 meses) kkkk

Temos que acabar com isso de negro nao tem $ e nem por isso merece ser destratado.

Anônimo disse...

É racismo e preconceito. racismo pq se trata de uma negra. E vejo como preconceito, pq a vendedora deve olhar de cara feia e não querer vender nada pra qq pessoa q não tenha características físicas q ela acha correta. Deve ter preconceito e olhar torto pra qq pessoa q entre na loja de jeans, camiseta.

A gente mete o pau no Brasil e enaltece outros lugares do mundo, mas verdade seja dita, se fosse aqui no Brasil, era só chamar a polícia e ela vendedora seria algemada e prestaria contas no dp mais perto.

fernanda

nivea disse...

Povo besta que corre atras de grifes e ainda passa carão.
Mas que foi falta de noção da vendedora isso foi. Nunca se sabe quem pode ou não comprar. SE julga antes, pode perder o suado jabazinho.

Anônimo disse...

Se fosse no Brasil, ela não mostraria a bolsa para mim também, e ela seria presa em flagrante? Desrespeito ao consumidor pode dar processo indenizatório, mas não dá cadeia, a lei é específica. Então esse é um preconceito social, não racial. Tô cansada de ouvir histórias de amigas minhas que tomam fora nessa luisvitão lá fora. É a mesma coisa que o cara com carrão faz quando te fecha no trânsito. Cria-se lei para punir todo tipo de conduta? Já existe o artigo quinto na nossa constituição garantindo igualdade a todos.

Sarah Bulk disse...

Gente, não acredito que seja racismo, pode ter sido preconceito pautado em outra coisa, pois já fui para a Suiça e apesar de acharmos que tem muito branquinho de olho azul se enganam, pois lá tem MUITO negro.

Mas foi muita filha da putagem da vendedora, sem duvidas!!!!

BLOG DA ANDREIA disse...

RA - CIS - MO!!!!! e bem feito para a vendedora, que além dessa peça poderia vender outras...

Anônimo disse...

Eu acho que foi racismo sim, pois a Oprah, sem dúvidas, não estava vestida de forma humilde. Ela devia já estar montada em grifes, mesmo que de forma despojada. Ela com certeza não devia apresentar nenhuma pobreza no visual.

Anônimo disse...

Mas gente, ainda que fosse pobre...impedir de entrar? Com base em que argumentos?

July disse...

passada!!!!!!!!

Anônimo disse...

Tinha que chamar era a polícia dessa vez que não deixaram entrar. se fosse pobre não pode olhar?

Nívea Cruz disse...

Pode sim ter sido racismo,ou qualquer outro tipo de preconceito.Como disseram aí em cima,a Oprah não devia estar vestida de maneira simplória,então acho que foi mais racismo mesmo.
E infelizmente esse tipo de tratamento por parte dos vendedores ocorre em muitas lojas.Há um tempo atrás,trabalhava com monitoramento ambiental,nas praias,e saí direto do serviço para o barra shopping,estava de calça larguinha,camiseta e havaianas,meu uniforme...Ah e com um tanto de areia nos pés....entrei na Cantão,olhei várias peças e nenhuma vendedora me deu sequer bom dia,e a loja estava vazia,eu era a única pessoa na loja....fiquei um bom tempo e fui embora.Estava procurando roupa para um casamento,decerto gastaria um bom dinheiro na loja,mas depois disso,nunca mais entrei nem vou entrar numa Cantão.Detalhe,era cliente da loja há tempos e nunca havia sido mal atendida,por isso acho que houve preconceito sim pela forma como eu estava vestida.

Caroline® disse...

Acho até irônico o tanto de vendas que essas pessoas perdem apenas por serem mal educadas e preconceituosas. Quem vê cara não vê extrato de banco. E é uma grande burrice porque a maioria das pessoas, principalmente mulheres, não gosta de entrar em lojas caras quando não têm condições de comprar lá. Então, quase sempre, se entrar uma mulambinha na sua loja de grife, grandes chances de ser uma hippie de boutique, ou mesmo alguém que estava fazendo algo simples e de repente acabou na loja....

Mari disse...

Essas lojas são cheias da frescura, algumas tem até dress code para os clientes! E perguntar o preço, jamais! Para os vendedores dessas lojas, se você tem dinheiro é desnecessário saber o valor já que você PODE pagar. Ridículo.

Anônimo disse...

Isso acontece até aqui no Brasil de ser ignorada pelos vendedores, por não estar vestida de acordo com o que a loja considera ser padrão.

Eu sou branquinha, e já aconteceu várias vezes de ser seguida pelas lojas por seguranças e funcionários (deve ser porque uso uma chuteira meio acabada e rasgada, mas superconfortável de vez em quando...me processem).

Vai ver que a Oprah tava num dia "vou usar meu abrigo esporte mais surrado para fazer compras confortavelmente", e por isso não obteve o atendimento que esperava.

Enfim, em lojas assim e com esse tipo de atendimento, não entro, não compro e certamente encontro lugares com produtos bem melhores e vendedores mais simpáticos.

Além disso, acho um exagero pagar milhares de dólares por uma bolsa. Trabalho, sei o valor do dinheiro e não gasto tanto assim com futilidades de marca.

Anônimo disse...

Preconceito sim. se fosse a Marta Stewart iria ter até tapete vermelho.

Anônimo disse...

Não necessariamente a questão aí seria preconceito racial. Podia ser uma branca vestida de forma simples e a vendedora esnobe tratar do mesmo jeito. Isso é preconceito de classe e é muito mais comum do que imaginamos.
Eu pedia outra vendedora e comprava a loja toda!!! kkkk

Anônimo disse...

Pra quem falou q a vendedora não seria presa, deixa de ser ignorante q dá muito bem pra enquadrar no crime de racismo q por sinal não tem fiança!
Um negro entre em qq loja e a vendedora se recuse a vender, o q caracteriza?
É por gente ignorante e q não conhece as leis como esse anonimo, q as coisas nunca dão certo.

Anônimo disse...

É preconceito sim. E acontece de todas as formas, todos os dias e um dia pode ser com vc que tá lendo este comentário agora. Há uns meses fui numa loja da Bo.bô no Parkshoping, em Brasília, e as vendedoras nem olharam na minha cara (sou branca). Quando questionei uma delas sobre um vestido, ela, sem nem olhar para o vestido que eu estava me referindo, falou que estava sold out e ficou fazendo cara de "tchau" "vai embora"...me senti pior que lixo.

Anônimo disse...

É preconceito sim. E acontece de todas as formas, todos os dias e um dia pode ser com vc que tá lendo este comentário agora. Há uns meses fui numa loja da Bo.bô no Parkshoping, em Brasília, e as vendedoras nem olharam na minha cara (sou branca). Quando questionei uma delas sobre um vestido, ela, sem nem olhar para o vestido que eu estava me referindo, falou que estava sold out e ficou fazendo cara de "tchau" "vai embora"...me senti pior que lixo.

Anônimo disse...

Puro racismo. E se acontece com a Oprah, que é extraordinária e biolionária, imagine com uma pessoa comum?

Teve um anônimo que aí que falou que "a vendedora poderia ser enquadrada no crime de racismo" pra isso teria que conhecer as leis da Suíça.

No Brasil, sim, poderia ser caracterizado como crime inafiançável, já na Suíça, vai saber?

Isso ocorre muito no Brasil, certa vez numa loja de antiguidades de um hotel do posto 6 de Copacabana, fiquei olhando durante muito tempo um espelho (à época custou 3.400 reais). Resolvi entrar e perguntar o preço a vendedora, ela olhou pra mim muito séria e disse: é caro.

(Só quem é negro consegue perceber a sutileza do racismo. Não adianta explicar pra uma pessoa branca, mesmo a vendedora jurará de pés juntos que queria apenas ajudar. Nunca, nunca mesmo confessará o racismo).

Continuando, eu senti meu rosto ficar afogueado, perguntei, caro quanto? vai ver eu posso comprar... ela falou o valor.

Eu peguei o meu cartão e comprei, nem tinha necessidade. Mas me senti vencedora.

Foi uma vitória pequena, boba, mantenho o espelho no hall do meu apartamento e me olho todo santo dia, é um "símbolo" que me faz lembrar o quanto o ser humano pode ser cruel.

Ao mesmo tempo, esse episódio me fez uma pessoa confiante e segura do meu lugar no mundo.

Repito, duvido que alguém que não seja negro possa entender o racismo, tenho dúvidas se a vendedora teve a percepção do seu ato.

Anônimo disse...

Então, a pessoa fez uma comparação, disse q sempre criticamos o Brasil em tudo e enaltecemos lá fora, e ela disse q se fosse no Brasil seria caracterizado como racismo e a vendedora poderia ser presa em fragrante e sem direito a fiança.
Eu concordo e estamos tão acostumados a criticar tudo no nosso país, mas tem coisas q funcionam muito melhor aqui q em qq outro lugar, principalmente essas questões de cunho racial.

Alessandro disse...

Eu acho que foi uma mistura dos 2.

Outra coisa, por mais que o programa da Oprah não passe por lá a pessoa por acaso é tapada do restante do mundo?

Eu nunca assisti o programa dela e sei quem é!

Vanderleav disse...

Para mim foi racismo sim,agora fiquei curiosa para saber se ela estava mal vestida pois todos sabemos que ser rico faz muitos deixarem o seu racismo velado.

Anônimo disse...

Isso acontece com milhares de pessoas todos os dias. Eu mesma ja fui "esclarecida" por uma vendedora da Chanel em MIAMI que a loja não vende para qualquer pessoa(sou branca,e nao quis vender pra mim). O que eu acho mais RIICULO é a Hermes mandar a coleção inteira para ela depois do ocorrido. Manda para outras pessoas tbm, poxa ! Saco cheio dessas coisas....

Anônimo disse...

Foi racismo. A história é beeem maior que isso aì. Nos sites gringos ela conta que pediu três vezes pra ver uma bolsa Tom Ford e que a vendedora recusou e ficou lhe oferecendo as baratinhas, dizendo que a Oprah queria ver as baratinhas, e não a que estava pedindo pra ver, porque esta custava muito. E ainda disse que não queria magoar a apresentadora depois de negar de novo.E a Oprah diz que estava de DKNY.
Mesmo que ela estivesse mulambenta. Desde quando é a vendedora que diz o que o você quer e o quanto você pode gastar,ein?! Além do mais, depois de pedir três vezes pra ver a bolsa, era mais do que a obrigação da vendedora mostrar. Ela é paga pra o que?

Anônimo disse...

Olá,

Já trabalhei num ateliê de moda e a lei lá era exclusividade, ou seja, para poucos... Só p/dar um exemplo: nenhuma das vendedoras-loiras-altas-magras-olhos-claros, eram "dignas" de vestir a tal grife.

Num momento de extrema bondade, a estilista "XWYZ" decidiu dar um par de sapatos p/a mãe de um dos estilistas e era nítido o sofrimento dela (uma dona de casa usando a minha marca???).

Ah, mas o q isto tem a ver c/a estória da Oprah? O estilista era mestiço, ou seja, alguém da sua família devia ser negro = racismo puro disfarçado de outros motivos...

Bjos,

Raiana Diamond disse...

Depois desse escândalo o país ficou marcado como lugar de racistas!

Anônimo disse...

Sou clarinha, loira e de olhos verdes e JÁ PASSEI POR ISSO EM MIAMI! Fui às compras num shopping não muito frequentado por turistas, fora do circuito outlet para brasileiros, confesso que estava vestida bem simples com biquini, um vestidinho e nossas queridas Havaianas, afinal tinha acabado de sair da praia. Ao entrar numa dessas enormes lojas de departamento perguntei a uma vendedora o preço de uma bolsa chique (nem lembro a marca) e ela me respondeu "It's too expensive" e eu fiquei P da vida, desisti da bolsa e fui na LV que ficava logo em frente, acabou que comprei uma LV Artsy Monograma MM (na época lançamento)e só de raiva voltei na tal loja com minha grande sacola LV, procurei pela vendedora mal educada e disse para ela: "Thank you for your help and have a great day"! Foi bobeira minha, mas fiquei com muita raiva pq senti o preconceito na pele. Infelizmente, o ser humano julga o próximo pela cor da pele, pela nacionalidade, pela roupa que veste, pela opção sexual, religião etc...enfim o preconceito existe mesmo!!

Anônimo disse...

Essa da Hermes de mandar a coleção toda pra Oprah foi um tiro no pé.

Anônimo disse...

Gente, essas vendedoras são todas pobres e assalariadas. Que isso amiga, kd corporativismo? kkkkkkkkk

Anônimo disse...

E eu querendo ir lá na loja da LV do Iguatemi Brasília comprar uma bolsa, fiquei até com medo depois destes comentários, pq mesmo sendo branca acho que vou ter q arrumar uma bolsa deles emprestada para poder entrar na loja e ser atendida, ou então vão pensar: tadinha desta pobre não vamos nem dar bola, aff que horror.

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