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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


Sou homem

Ontem à noite, quando estava revisando o texto de "Beca - A Volta ao Mundo em 80 Necas", dei uma paradinha básica e fui dar uma olhada no meu perfil no Facebook, quando o texto "Sou homem" cai perante os meus olhos.

Comecei a lê-lo e vi o quanto casava bem com a forma de Beca de pensar ao colocar a mulher no mesmo pé que o homem, embora isso ainda seja rejeitado por nossa hipócrita sociedade, que nos obriga a fazer tudo por debaixo dos panos e taxa erroneamente a mulher só por conta de comportamento, vestes, atitudes, etc., enquanto o cabra macho tá liberado pra fazer absolutamente de tudo!!!

Culpa deles? Delas? Quem sabe? Mas sabemos que isso tem que mudar! Pois somos iguais, homens, mulheres e nunca deveríamos fazer julgamento severo de um e achar correto que o outro faça o mesmo, sem impor regras.



Sou homem


Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô.

Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque "Lego é coisa de menino", e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas.

Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança.

Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas "Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho" - era o que eu ouvia.

Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: "Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina". E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque "menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente". Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com "pra frente", mas obedecia.

No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar.

Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas.


Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas.
Atualmente continua assim.

Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um "rapaz de família". Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel.

Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil.


Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa.

Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar.


Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque "mulher só pensa em sexo".

Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo.


Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira.
Ninguém demoniza meus orgasmos.

Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira.


Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais.

Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem.


Nunca ficaram repetindo para mim que "Homem tem que se valorizar" ou "se dar ao respeito". Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito.

Quando saio na rua ninguém me chama de "delícia".


Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva.


Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana.

Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado.

Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso.
Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa.


Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar.


Ninguém tenta regular minhas roupas.

Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé.

Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria.

Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço.

Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão.

Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada.


Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo.

Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser.
Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas.


Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só.

Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”.

Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes.

99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral.


Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs.


Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo.


Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica.


Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo.

Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem.

Ninguém me critica por investir na minha vida profissional.


Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela.


Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito.


Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável.

Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos.

Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo.


Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado.

A sociedade não encara minha virgindade como um troféu.

90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência.

Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”.

Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de "vagabundo" e nem diz "depois fica postando frases de amor no Facebook".


Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade.


Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado.

Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar.

Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói.

Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem.

Nunca apanhei por ser homem.


Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem.


Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem.


Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem.

Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem.


Ninguém diz que não posso beber por ser homem.

Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida.

Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios.

Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem.

Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!”

Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”.

Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”.

Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto.


Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa.

Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem.

Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza.


Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja.

Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso.

Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação.

A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”.

Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não.

Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação.

As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado.


As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil.


As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito.

Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo.


Não minimize uma dor que você não conhece."

(Camila Oliveira Dias )

26 comentários:

Alessandra disse...

Excelente.

Anônimo disse...

Este texto desmascara todo o machismo que existe na nossa sociedade. Um preconceito cruel e aceito por muitos.

Kaká Gualberto disse...

Arrepiei em ler!! E nós mulheres achamos que conquistamos nosso espaço... Tsic!

Agda disse...

Uau !

maria luisa disse...

Quando tinha 09 anos,eu perguntei á minha prima o que é feminismo e alguém respondeu"é um bando de loca mal cumida que não gosta de homem".Eu me assustei e ela levantou e disse alguns "desaforos" mas o que me marcou foi"machismo mata e oprime ,feminismo luta por igualdade e uma vida livre para todos,homens e mulheres"!

Anônimo disse...

Gostei muito, mas vou fazer uma observação. Sou mãe de um adolescente, ele leva cantadas e odeia mostrar as pernas ou andar sem camisa, para não chamar a atenção. As meninas tentam agarrá-lo para conferir se o dele é grande. Não ensinamos a ele que deve se aproveitar dessas situações, mas que deve respeitar as mulheres e se dar ao respeito.Tenho certeza de que não foi p isso que as mulheres lutaram tanto pela igualdade.

zu disse...

Gostei muito, mais lendo a gente percebe que muito pouco mudou, quando achamos que conquistamos muito espaço , falta muito.

Anônimo disse...

Realmente o texto é mt interessante. A luta contra o machismo deu bons passos mais ainda falta tanto. Qd vejo homossexuais sendo agredidos simplesmente pela sua orientação sexual penso que o monte de estupros que vemos no Brasil se enquadra nos mesmos parâmetros. Digo, tantas mulheres sofrem estupro diariamente somente pelo fato de terem nascido mulher. Não podemos nos enganar, o mundo ainda é dominado pelo homem branco, hétero, de classe média pra cima. Agora imagina nesse mundo ser mulher, negra e pobre? Me entristeço pq acho que não verei o dia de tanta discriminação e preconceito acabar de vez. Mas acho que as pessoas hj pelo menos se abrem um pouco mais para as discussões. Tem que acreditar....

Nelma disse...

Falou tudo.Triste.

delys disse...

"Não minimize uma dor que você não conhece."

Simplesmente a frase mais incrível que li nos últimos tempos. Fechou com chave de ouro o texto, que por sinal...Incrível!

E veja bem, a sociedade inteira realmente precisa do feminismo, vide o comentário da anônima ali em cima sobre o filho dela sendo assediado...E daquilo que vejo alguns homens próximos a mim passando porque lhes foi ensinado que pra ter mulher é preciso ser sarado, e ter um carro.

Quando foi que as pessoas se tornaram tão adversas ao respeito? Quando foi que deixaram de ter compaixão? Ou...ou isso nunca existiu?

Anônimo disse...

Sou homem e concordo com 99% do texto. A unica coisa que discordo é de que precisamos do feminismo.. sou contra o machismo e sou contra o oposto também. Defendo que todos são iguais.

Christiane disse...

E a dura realidade!!

Anônimo disse...

Anônimo das 00:37, feminismo não é o oposto do machismo, eu acho esse nome infeliz pq passa a ideia msm. Feminismo não prega a supremacia feminina e sim que todos devemos ter direitos iguais, independente do sexo.

Anônimo disse...

Muitas coisas descrita no texto deveriam ser respeitadas por ambos os sexos, e nas demais igualdade. Tirem suas conclusões!

Anônimo disse...

Um texo desse tamanho sobre esse ass
unto só poderia ser escrito por uma mulher feminista

Anônimo disse...

Muito bla bla e muito nhe nhe nhe. Mas tem muitas verdades ai tmb. Ah grande verdade eh q n somos iguais. E nem nossa sociedade. Que eh patriarcalista. Mas mesmo assim aindam nascem e morrem mulheres q nos fazem sentir orgulho das suas atitudes e formss d levar a vida. E eh nessas q vcs devem se espelhar.

Anônimo disse...

Sempre que leio comentários em posts sobre assuntos como feminismo, preconceito racial e outros tipos de opressão só consigo pensar que o mundo vai acabar... por favor que acabe logo. :S

Anônimo disse...

caraca... embora dê pra perceber que é uma mulher expressando-se (colocando uma realidade na tela) não posso deixar de pensar nos carros, relógios de ouro, contas de restaurantes e boates e motéis, roupas, e disponibilidade financeira que os homens tem que ter para curtir a vida. Quero deixar claro que concordo com a mensagem, Mulheres devem e tem que ser valorizadas, e para isso, nossas mães devem mudar suas atitudes, os pais também... sem medo de filho enviadar e filha sapatar... (desculpem a linguagem).
direitos e deveres iguais... nisto eu acredito.... quando isto acontecer a indústria da beleza (alisamento, implantes e outras babaquices cairão e com elas uma boa parte da economia.... mas que de f.. a economia... queremos igualdade de direitos...

Valeskona disse...

táserto!!!

Jamile Campos disse...

Idem....

Maria Carregosa disse...

O texto não é dela.

Papo de garotas disse...

Esse texto é ótimo, mas os créditos estão errados! É de um autor desconhecido. A própria Camila diz isso nos comentários da postagem em que foi escrito.

https://www.facebook.com/orelhinha/posts/10202038364815357

Anônimo disse...

feminismo luta para a igualdade.

Anônimo disse...

Em tempos de "politicamente correto", falar a verdade pode ser extremamente perigoso. Então, serei bastante cauteloso com as palavras.

Diferentemente da autora, sou homem. Posso, então, incrementar o debate da perspectiva oposta.

Apregoa-se, comumente, que o sexo feminino é o sexo frágil. Parece-me, porém, que essa fragilidade só diz respeito ao aspecto físico. Emocionalmente, as
mulheres são superiores. É por isso que, nos relacionamentos, elas nos dão um banho.

Se é verdade que nós, homens, queremos escravas sexuais, as mulheres desejam escravos emocionais. Se, de um lado, as mulheres possuem uma faceta divina, de outro, possuem uma profana.

Por fim, o feminismo erra ao preconizar uma igualdade que não existe. Eu acredito que, por ser fisicamente superior, o homem deve amar e proteger a mulher. Diria até que esse senso de proteção é instintivo. Infelizmente, esse instinto é explorado por algumas mulheres não tão escrupulosas.



Anônimo disse...

Segundo esse texto não sou homem em vários pontos. Deve ser porque foi escrito por uma mulher, não é?

Anônimo disse...

O texto fala muita verdade, mas o que me deixa irritado com esses textos feministas (não sou machista, sou a favor da igualdade entre sexo, cor, etc) são de que a luta é somente pelos “direitos positivos” impostos pela sociedade pelo fato da pessoa ser homem, mas os “deveres negativos” nenhuma feminista quer lutar.
Eu poderia aqui fazer uma lista tão grande quanto à da autora do texto, mas vou me estender a apenas alguns tópicos.
Quando meus pais faziam compras eu e meu pai sempre fazíamos várias “viagens” subindo e descendo escada até acabar as compras enquanto minha mãe e irmã iam apenas uma vez pegando poucas sacolas.
Em dias de calor infernal sou obrigado a ir de sapato fechado, calça e camisa social para o serviço, enquanto as mulheres podem ir com os mais variados tipos de saias, vestidos e tecidos mais leves.
Mesmo tendo foliculite, sou “obrigado” pelo sistema a fazer a barba a mais ou menos três dias pra passar uma boa impressão na empresa.
Quando algum conhecido faz uma mudança, sempre sobra pra eu carregar fogão, geladeira (eu e mais um), máquina de lavar roupa, estantes, armários e qualquer outro tipo de objeto pesado só por que sou homem e mesmo sendo magro tenho que fazer senão podem me chamar de fraco, frango ou viado.
Quando fiz 18 anos tive que me alistar e obter a carteirinha de reservista, senão não poderia prestar nenhum concurso público.
Quando vou a um motel a menina nunca pede pra dividir, sempre acabo pagando tudo sozinho. Só por ser homem.
Sou obrigado a trabalhar cinco anos a mais, mesmo estatisticamente vivendo menos que as mulheres só por ser homem.
O esquema de pensão em caso de morte do cônjuge não se aplica quando é o homem o que vai receber.
Quando surge algum bixo/inseto na minha casa sou obrigado a mata-lo, só por ser homem. Mesmo que eu também tenha medo.
Não posso ter medo de animais ou insetos por ser homem.
Não vejo mulheres fazendo questão de dividirem qualquer tipo de trabalho braçal com os homens (este tipo de trabalho quase sempre causa danos ao corpo).
Quando meu filho nasceu só tive direito a cinco dias de licença, só por ser homem.
Enfim o que eu quero dizer é que existem sim “benefícios” da sociedade por ser homem, o que eu acho totalmente errado e acho que as mulheres devem ter os MESMOS “benefícios”. Mas gostaria de vê-las lutar pelos “deveres” impostos pela sociedade só pelo fato do caboclo ser homem, como trabalhar cinco anos a mais, lutar por vagas em serviços braçais (pedreiro, mineiro, lixeiros) ter alistamento obrigatório, etc.
Quanto ao negócio de andar com os seios a mostra eu sou completamente a favor, e inclusive da criação de um bolsa silicone pra todo mundo andar com tudo “em cima”.

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Apimente bem gostoso com o seu comentário, gostando ou não do que foi publicado, mas tente ao menos ser coerente e educado na opinião dada, visse? Eu não sou obrigado a escutar desaforos no meu espaço e te devolvo o baile com gosto de gás! rsrsrsrsrs

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