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sexta-feira, 27 de março de 2015


Experiência sobre o racismo

Nesses dias, com a tal polêmica do beijo na novela “Babilônia”, as redes sociais se encheram de comentários a respeito de preconceito, com algumas pessoas afirmando que quem estava contra prestava um desserviço ao divulgar notícias de homofóbicos, que o povo GLBTS anda exagerando no julgamento, que estamos vivendo em uma ditadura gay onde não podemos 'brincar' e nem emitir opiniões, mesmo que essas sejam de cunho preconceituoso, etc.

E eu fiquei meio assim pensando: putz! Será mesmo que tem gente que acha que é deixando de lado a nojeira que é o preconceito que a coisa vai melhorar? Não, né? Precisamos mesmo é divulgar o quão idiota vem a ser esse tipo de coisa! Assim eu penso.



Um exemplo ridículo de preconceito, mas ainda bastante atuante na sociedade, independente da luta de décadas, é o racial. Cujas pessoas, de cima de seus mais altos degraus de imbecilidade, se acham superiores só por conta de tom de pele, demonstrando com isso que foi um desperdício terem nascido com a capacidade de raciocinar, já que fazem isso tão “porcamente”... Que me desculpem os porcos, vale acrescentar.

Mas bem, meu bem, o que quero mostrar aqui é esse interessante vídeo, feito na Lituânia, acerca de uma experiência em captar as reações de algumas pessoas ao ler um comentário racista no Facebook para um homem negro que finge não entender a língua com a qual foi escrita e pede para que elas o façam para ele.

Catem a reação dessas pessoas com o tamanho absurdo que leem e fiquem com um nó na garganta, tal qual eu fiquei com a esclarecedora campanha contra o preconceito racial.


Vídeo: YouTube 

 

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